A emoção do casamento já estava perdida a essas alturas.Não havia mais nada a fazer,a não ser olhar as fotos e lembrar com carinho e remorso do dia 24 de Novembro de 1995.
Carol casou-se cedo,era menina de tudo.Tinha sonhos comuns de uma garota de 17 anos,e assim,sonhava que tudo em sua vida daria certo,a começar pelo casamento.
Apaixonou-se por Lucas aos 15 anos,e sabia no início que estava fazendo a coisa certa,sabia que ele era o cara certo.Ninguém conseguia ver defeito no casal,e tudo que eles faziam era exatamente perfeito e lindo.Era o casal da década,até casarem.
As coisas começaram a mudar por volta de 1997,quando Carol decidiu que estava cansada da vida monótona que levava.Lucas,que era dois anos mais velho que Carol,estava cursando engenharia civil e vivia uma vida de universitário na faculdade:muitas festas,garotas,farras e um relógio que nunca saia do lugar,sempre marcava 4hrs da manhã.
Carol ficava na varanda de casa bebendo qualquer coisa,e ouvindo a música favorita daquele verão onde tudo começou e dava certo."Como eu quero",embalava sua garganta queimada de álcool e seus olhos sensíveis do sal das lágrimas.As fotos,estava com cheirinho de novas ainda.O vestido,estava no armário e tinha cheiro de festa de casamento.Sua boca,seu corpo,ainda estavam em ritmo de festa,uma festa que agora só tinha um,uma Carol.
Soube então o que fazer.
Estava cedo ainda,e o céu estava clarinho com o sol se pondo,era horário de verão.Carol sentou na cama,começou a encher sua pequena bagagem de esperança e poucos pertences.Não estava preocupada com as roupas que usava,e saiu com um vestido florido surradinho na parte da cintura.Saiu,não olhou para trás,e nem deixou bilhete algum para Lucas.Esse,não voltou para casa nem nessa noite,nem nas demais.
Os dois,mesmo longe sabiam onde tinham errado.A paixão de verão não poderia sobreviver ao frio de outras estações e ao desgaste constante dos anos.Não chamavam de arrependimento,mas souberam desde então que no coração não se confiava.
26 de agosto de 2010
25 de agosto de 2010
Exagerada (?!)
Ontem eu recebi o seguinte email de uma amiga minha:
PORQUE O HOMEM TEM QUE PAGAR A CONTA:
Homens chamam mulheres para sair e não sabem o estresse que isso gera em nossas vidas. Saibam , rapazes, o que se passa nos bastidores...
Ele te chama para jantar. Você sorri: 'Claro, vamos sim'. Inferno na Terra. Você começa a se reprogramar mentalmente e pensar no que fazer para estar impecável até lá; cancela até seus compromissos. Começa a odisséia...
Você pára de comer, claro. Tem que estar magra no dia do jantar e mulher sempre está gorda. Começa a dieta do queijo: ficar sem comer nada o dia inteiro e, quando sente que vai desmaiar, come uma fatia de queijo.
Fazer pé e mão. Homens perguntam: 'Por quê pé? Ela pode usar sapatos fechados?'. Lei de Murphy: Sempre dá merda...
Um infeliz me levou num restaurante japonês. Tirei o sapato para sentar nos
tatames. Tomei no c_ bonito! Mostrei meu esmalte semi-descascado...
Tem que fazer pé e mão, até porque boa parte dessa raça tem uma tara bizarra por pé feminino. OBS: Isso me emputece. Horas de academia e o cara tem tara na porra do pé...
Hidratação, escova, chapinha, tintura, retoque de raiz, etc.
Aí tem a depilação: perna, axila, virilha, sobrancelha, etc. Puta que pariu...
lá se vai mais uma hora (DOLORIDA) do seu dia.
Chegou o grande dia! Cedo tem a passadinha na academia para malhar desumanamente até quase cuspir o pulmão.
O Zé Ruela não disse onde ia levar a gente... Dilema: 'Será que estou bem
vestida?...' Se te serve de consolo, ele não vai perceber.
Aliás, ele não vai perceber quase NADA. Você pode aparecer de Chanel ou enrolada em um pano qualquer. Eles não reparam em detalhes. Bom , pelo menos sabem dizer quando estamos bonitas (só não sabem o porquê).
Depois de passar rímel, a babaca fica separando cílio por cílio com palito de
dente pra ficar com um olhar mais bonito...
Homens não entendem, mas tem dias que a gente acorda gorda. Sério! Ontem o corpo estava lindo, e hoje... PORCA! Juro que acontece. Você compra uma roupa para um evento. Na loja fica linda, mas na hora de sair fica um c_.
Se for um desses dias em que seu corpo está um c_ e o espelho de sacanagem com sua cara, você acaba com uma pilha de roupas em cima da cama, chorando e gritando: 'EU NÃO TENHO ROOOOOUUUUUPAAAA'. Aí tem que refazer a maquiagem.
E quando você inventa de colocar aquela calça apertada e tem que deitar na cama e pedir para outro ser humano enfiar ela em você? Uma gracinha, já vai para o jantar lacrada a vácuo. Se espirrar, a calça perfura o pâncreas.
Lingerie feminina ou é bonita, ou é confortável. Você quer usar sua calcinha de
algodão, surradinha e confortável, mas totalmente anti-tesônica... Pensa: 'Eu não vou dar para ele hoje mesmo, que se foooda'. 'Mas e se, mesmo sem dar para ele, eu subir uma escada e ele acabar vendo a minha calcinha...Broxará para todo o sempre comigo...'.
Puta da vida, você tira sua calcinha amiga e coloca uma daquelas porras mínimas e rendadas, que vão ficar entrando na sua bunda a noite toda...
Você decide usar o sapato assassino. Lei de Murphy de novo... No meio da noite o animal solta um 'Sei que você adora dançar, vamos dançar! Ao dançar, você tenta fazer parecer que as lágrimas são de emoção.
Uma vez um sapato me machucou tanto, que fiz um bilhete e colei nele, para
lembrar de nunca mais usar!.
Pergunta masculina: Por quê você não deu o sapato?????
Porra... custou caro pra cacete. Vou guardar. Eu sei, eu sei, materialista do
caralho. Vou voltar como besouro de esterco na próxima encarnação e comer muito cocô para ver se evoluo espiritualmente! Mas por hora, o sapato fica!
Pronto! Você tá linda, apenas lutando mentalmente com o dilema 'Será que dou para ele? É o terceiro encontro, talvez eu deva dar.... Começa a bater a
ansiedade. Liga para a melhor amiga e diz que não quer mais ir, que saír com
homens é muito estressante e que quer voltar tartaruga na próxima encarnação.
Ela, coitada, escuta pacientemente e tenta te acalmar.
Agora imaginem se depois de tudo isso, o filho da puta liga e cancela o
encontro? 'Surgiu um imprevisto, podemos remarcar?'.
Gente, eu fico PUTA com isso! Não, não podemos remarcar. Tá louco?! A essas
alturas, a dieta radical do queijo já faz com que você enxergue tudo turvo..
Eles acham que é simples, que a gente levantou da cama e foi direto pro carro
deles, lindas desse jeito. Se fode aí, meu! Vem me buscar de maca, cadeira de
rodas, no soro, mas NUNCA desmarque com uma mulher.. Só em caso de morte de pai ou mãe por AVC no trânsito. Mas isso foi só um pesadelo paranóico. Ele liga e diz que está chegando. Você se perfuma, escova os dentes, entra no carro e ele sequer olha sua roupa. Não repara em NADA, nadinha... Acha que você é assim ao natural e só diz: 'Hummm, tá cheirosa'.
Pior é quando ele tira sua calça junto com a calcinha e nem vê.. Pois é, Minha
Amiga, você passou a noite toda com a rendinha atochada no cofrinho (que por sinal custou muito caro) para nada...
Homens, uma calcinha de marca custa o mesmo que um MP4!!
Favor tirar sem rasgar..
No meio da noite, já não sinto os dedos do pé, é o princípio de gangrena em
função do sapato bico fino.. Ele conta piadas e ri . Eu também estaria rindo se
não fosse essa calcinha intra-uterina raspando o colo do meu útero'..
Sinto meu estômago fagocitando meu fígado, mas só belisco a comida de leve, constrangida dele achar que eu como muito.
Para finalizar, veja quanto custa esse jantarzinho para nós, mulheres:
Roupa............... ......... .......... .......R$ 200,00
Lingerie..... ......... .......... ......... .....R$ 80,00
Maquiagem... ......... .......... ......... .R$ 50,00
Sapato...... ......... ......... ............ .....R$ 140,00
Depilação............. .......... ......... ....R$ 50,00
Mão e pé............ .......... ......... ......R$ 30,00
Perfume importado..... ...... .......... .....R$ 130,00 (se for o de 30 ml...)
Pílula anticoncepcional. .......... .......R$ 25,00
JOGANDO O VALOR PARA BAIXO, gastamos uns R$ 700,00. Entendem porquê o homem TEM QUE PAGAR A CONTA?
Tem mais: Os homens que nunca dão o primeiro passo (ou seja, ainda não
entenderam o que é SER HOMEM em nossa sociedade), perdem o interesse em nós quando tomamos a iniciativa. AGORA.... QUEM NESSE MUNDO ENTENDE OS HOMENS?
E antes de virem dizer que vocês também não nos entendem, segue logo a resposta:
'Mulheres existem para serem amadas, não para serem entendidas.' (Vinicius de Moraes).
Ôh homenzinho sábio.
Tá,tenho que concordar que situações assim acontecem e que o email é engraçado pra caramba.Mas gata,não é preciso tudo isso hãm?!Sua auto estima é bem maior do que uma calcinha fio dental e sapato te apertando os dedos.(Tá,confesso que a história do sapato já aconteceu comigo...Se você usa Melissa sabe exatamente do que eu to falando).Mas acho isso tudo um pouco de exagero...Pode até ser porque eu já namoro a um bom tempo e conheci meu namorado na época que eu ainda usava cachinhos e nem penteava o cabelo,nem se quer me dava ao trabalho de passar um lápis no olho.Certas coisas mudam depois que você começa a namorar,vai por mim!E é claro que se arrumar continua sempre sendo importante,sempre será.Mas depois de um tempo,um belo tempo,você começa a perceber que não há nada melhor e mais sincero do que receber aquele 'Você tá linda,eu te amo' de manhã,assim que vocês dois acabaram de acordar juntos.
PORQUE O HOMEM TEM QUE PAGAR A CONTA:
Homens chamam mulheres para sair e não sabem o estresse que isso gera em nossas vidas. Saibam , rapazes, o que se passa nos bastidores...
Ele te chama para jantar. Você sorri: 'Claro, vamos sim'. Inferno na Terra. Você começa a se reprogramar mentalmente e pensar no que fazer para estar impecável até lá; cancela até seus compromissos. Começa a odisséia...
Você pára de comer, claro. Tem que estar magra no dia do jantar e mulher sempre está gorda. Começa a dieta do queijo: ficar sem comer nada o dia inteiro e, quando sente que vai desmaiar, come uma fatia de queijo.
Fazer pé e mão. Homens perguntam: 'Por quê pé? Ela pode usar sapatos fechados?'. Lei de Murphy: Sempre dá merda...
Um infeliz me levou num restaurante japonês. Tirei o sapato para sentar nos
tatames. Tomei no c_ bonito! Mostrei meu esmalte semi-descascado...
Tem que fazer pé e mão, até porque boa parte dessa raça tem uma tara bizarra por pé feminino. OBS: Isso me emputece. Horas de academia e o cara tem tara na porra do pé...
Hidratação, escova, chapinha, tintura, retoque de raiz, etc.
Aí tem a depilação: perna, axila, virilha, sobrancelha, etc. Puta que pariu...
lá se vai mais uma hora (DOLORIDA) do seu dia.
Chegou o grande dia! Cedo tem a passadinha na academia para malhar desumanamente até quase cuspir o pulmão.
O Zé Ruela não disse onde ia levar a gente... Dilema: 'Será que estou bem
vestida?...' Se te serve de consolo, ele não vai perceber.
Aliás, ele não vai perceber quase NADA. Você pode aparecer de Chanel ou enrolada em um pano qualquer. Eles não reparam em detalhes. Bom , pelo menos sabem dizer quando estamos bonitas (só não sabem o porquê).
Depois de passar rímel, a babaca fica separando cílio por cílio com palito de
dente pra ficar com um olhar mais bonito...
Homens não entendem, mas tem dias que a gente acorda gorda. Sério! Ontem o corpo estava lindo, e hoje... PORCA! Juro que acontece. Você compra uma roupa para um evento. Na loja fica linda, mas na hora de sair fica um c_.
Se for um desses dias em que seu corpo está um c_ e o espelho de sacanagem com sua cara, você acaba com uma pilha de roupas em cima da cama, chorando e gritando: 'EU NÃO TENHO ROOOOOUUUUUPAAAA'. Aí tem que refazer a maquiagem.
E quando você inventa de colocar aquela calça apertada e tem que deitar na cama e pedir para outro ser humano enfiar ela em você? Uma gracinha, já vai para o jantar lacrada a vácuo. Se espirrar, a calça perfura o pâncreas.
Lingerie feminina ou é bonita, ou é confortável. Você quer usar sua calcinha de
algodão, surradinha e confortável, mas totalmente anti-tesônica... Pensa: 'Eu não vou dar para ele hoje mesmo, que se foooda'. 'Mas e se, mesmo sem dar para ele, eu subir uma escada e ele acabar vendo a minha calcinha...Broxará para todo o sempre comigo...'.
Puta da vida, você tira sua calcinha amiga e coloca uma daquelas porras mínimas e rendadas, que vão ficar entrando na sua bunda a noite toda...
Você decide usar o sapato assassino. Lei de Murphy de novo... No meio da noite o animal solta um 'Sei que você adora dançar, vamos dançar! Ao dançar, você tenta fazer parecer que as lágrimas são de emoção.
Uma vez um sapato me machucou tanto, que fiz um bilhete e colei nele, para
lembrar de nunca mais usar!.
Pergunta masculina: Por quê você não deu o sapato?????
Porra... custou caro pra cacete. Vou guardar. Eu sei, eu sei, materialista do
caralho. Vou voltar como besouro de esterco na próxima encarnação e comer muito cocô para ver se evoluo espiritualmente! Mas por hora, o sapato fica!
Pronto! Você tá linda, apenas lutando mentalmente com o dilema 'Será que dou para ele? É o terceiro encontro, talvez eu deva dar.... Começa a bater a
ansiedade. Liga para a melhor amiga e diz que não quer mais ir, que saír com
homens é muito estressante e que quer voltar tartaruga na próxima encarnação.
Ela, coitada, escuta pacientemente e tenta te acalmar.
Agora imaginem se depois de tudo isso, o filho da puta liga e cancela o
encontro? 'Surgiu um imprevisto, podemos remarcar?'.
Gente, eu fico PUTA com isso! Não, não podemos remarcar. Tá louco?! A essas
alturas, a dieta radical do queijo já faz com que você enxergue tudo turvo..
Eles acham que é simples, que a gente levantou da cama e foi direto pro carro
deles, lindas desse jeito. Se fode aí, meu! Vem me buscar de maca, cadeira de
rodas, no soro, mas NUNCA desmarque com uma mulher.. Só em caso de morte de pai ou mãe por AVC no trânsito. Mas isso foi só um pesadelo paranóico. Ele liga e diz que está chegando. Você se perfuma, escova os dentes, entra no carro e ele sequer olha sua roupa. Não repara em NADA, nadinha... Acha que você é assim ao natural e só diz: 'Hummm, tá cheirosa'.
Pior é quando ele tira sua calça junto com a calcinha e nem vê.. Pois é, Minha
Amiga, você passou a noite toda com a rendinha atochada no cofrinho (que por sinal custou muito caro) para nada...
Homens, uma calcinha de marca custa o mesmo que um MP4!!
Favor tirar sem rasgar..
No meio da noite, já não sinto os dedos do pé, é o princípio de gangrena em
função do sapato bico fino.. Ele conta piadas e ri . Eu também estaria rindo se
não fosse essa calcinha intra-uterina raspando o colo do meu útero'..
Sinto meu estômago fagocitando meu fígado, mas só belisco a comida de leve, constrangida dele achar que eu como muito.
Para finalizar, veja quanto custa esse jantarzinho para nós, mulheres:
Roupa............... ......... .......... .......R$ 200,00
Lingerie..... ......... .......... ......... .....R$ 80,00
Maquiagem... ......... .......... ......... .R$ 50,00
Sapato...... ......... ......... ............ .....R$ 140,00
Depilação............. .......... ......... ....R$ 50,00
Mão e pé............ .......... ......... ......R$ 30,00
Perfume importado..... ...... .......... .....R$ 130,00 (se for o de 30 ml...)
Pílula anticoncepcional. .......... .......R$ 25,00
JOGANDO O VALOR PARA BAIXO, gastamos uns R$ 700,00. Entendem porquê o homem TEM QUE PAGAR A CONTA?
Tem mais: Os homens que nunca dão o primeiro passo (ou seja, ainda não
entenderam o que é SER HOMEM em nossa sociedade), perdem o interesse em nós quando tomamos a iniciativa. AGORA.... QUEM NESSE MUNDO ENTENDE OS HOMENS?
E antes de virem dizer que vocês também não nos entendem, segue logo a resposta:
'Mulheres existem para serem amadas, não para serem entendidas.' (Vinicius de Moraes).
Ôh homenzinho sábio.
Tá,tenho que concordar que situações assim acontecem e que o email é engraçado pra caramba.Mas gata,não é preciso tudo isso hãm?!Sua auto estima é bem maior do que uma calcinha fio dental e sapato te apertando os dedos.(Tá,confesso que a história do sapato já aconteceu comigo...Se você usa Melissa sabe exatamente do que eu to falando).Mas acho isso tudo um pouco de exagero...Pode até ser porque eu já namoro a um bom tempo e conheci meu namorado na época que eu ainda usava cachinhos e nem penteava o cabelo,nem se quer me dava ao trabalho de passar um lápis no olho.Certas coisas mudam depois que você começa a namorar,vai por mim!E é claro que se arrumar continua sempre sendo importante,sempre será.Mas depois de um tempo,um belo tempo,você começa a perceber que não há nada melhor e mais sincero do que receber aquele 'Você tá linda,eu te amo' de manhã,assim que vocês dois acabaram de acordar juntos.
23 de agosto de 2010
Take It Easy
Tudo vai vir aos pouquinhos,com gostinho de coisa nova e rara.Preciosidades aos montes vão aparecer e eu saberei exatamente a hora de entrar no barco e cair na água.
Hoje,até consegui guardar algumas coisas,manter a calma e achar uma semelhança em todas aquelas coisas que eu ainda quero fazer.Decidi ir com mais calma e abrir uma exceção para o otimismo.Quem sabe ai então não tenho total sorte?
Hoje,até consegui guardar algumas coisas,manter a calma e achar uma semelhança em todas aquelas coisas que eu ainda quero fazer.Decidi ir com mais calma e abrir uma exceção para o otimismo.Quem sabe ai então não tenho total sorte?
22 de agosto de 2010
Já me disseram que a cidade é suja e só.Que ela tem um encanto ilusionário,que as mais belas putas são na verdade meninas de família que tentam esconder cicatrizes e pequenos arranhões.Os prédios abandonados,na verdade são propriedades do Estado,e não moradia de drogados e sem teto.As bebidas não são tão boas e nem fazem tão mal assim.As esquinas não são tão perigosas quanto se pensa,o mundo é limpo!
Na verdade,as coisas andam distorcidas.Procuro ver beleza e ser otimista o máximo que posso.Estou tentando ter uma vida melhor e com sorte chegarei aos 60 intacto,sem muito remorso...
Eu ainda acho que a cidade seja uma boa companhia para dias de andança.Não importa,se a cidade é suja e só,eu também quero ser.
Na verdade,as coisas andam distorcidas.Procuro ver beleza e ser otimista o máximo que posso.Estou tentando ter uma vida melhor e com sorte chegarei aos 60 intacto,sem muito remorso...
Eu ainda acho que a cidade seja uma boa companhia para dias de andança.Não importa,se a cidade é suja e só,eu também quero ser.
21 de agosto de 2010
O inferno são os outros.
Hoje tudo mudou!
Não faz mal se de vez em quando eu quiser soltar um "tá bom",ou um simples "tá!".Tudo bem se de vez enqundo eu ficar off-line e não atender o telefone,apagar as luzes e dançar no escuro.Tudo vai ficar bem,mesmo se eu cantar no chuveiro.
Ih,demorei,mas hoje aprendi!
Os defeitos do outro são os meus também,mas é mais fácil não reconhecê-los no espelho.Está tudo bem!
Hoje eu acordei,e decidi que estaria na terra.Larguei meu anjo e decidi pré julgar algumas pessoas,é normal.Fiz minhas preces e joguei algumas pessoas para fazerem uma viagem sem volta.
Não tem problema nenhum nisso tudo,não há maldade.
Só decidi assim,que o inferno são os outros.
Não faz mal se de vez em quando eu quiser soltar um "tá bom",ou um simples "tá!".Tudo bem se de vez enqundo eu ficar off-line e não atender o telefone,apagar as luzes e dançar no escuro.Tudo vai ficar bem,mesmo se eu cantar no chuveiro.
Ih,demorei,mas hoje aprendi!
Os defeitos do outro são os meus também,mas é mais fácil não reconhecê-los no espelho.Está tudo bem!
Hoje eu acordei,e decidi que estaria na terra.Larguei meu anjo e decidi pré julgar algumas pessoas,é normal.Fiz minhas preces e joguei algumas pessoas para fazerem uma viagem sem volta.
Não tem problema nenhum nisso tudo,não há maldade.
Só decidi assim,que o inferno são os outros.
20 de agosto de 2010
Sexta.
Algumas vezes,é inevitável não lembrar de antigas sextas que eu já tive.Sextas que começavam às sete da manhã,e acabavam no outro dia,bem cedinho na cama com as meninas.
Eu sempre tive a mania alucinógena de achar que as coisas sempre duram pra sempre.Sempre fiz planos,sonhei alto sem olhar quem estava do lado,e quem poderia me pegar se eu caísse.Acho que muitas coisas,eu tive que aprender sozinha,mesmo que me custasse algumas lembranças e algumas lágrimasinhas de vez em quando...
Nunca vou me esquecer de como tive a melhor adolescência do mundo.Hoje,me sinto um pouco velha por já não ter mais o pique daqueles tempos,os amigos e o agito sagrado de toda sexta feira.Chego até sentir falta de todos que passaram e se tornaram paixões,ou pequenos números de uma lista.É engraçado ainda lembrar,dá saudades.
Talvez um dia,eu aprenda a não ser tão apegada a todas essas coisas.Talvez eu possa um dia,abrir melhor minha mente e aprender que o amanhã não é tão incerto,mas que o hoje é mais garantido...
Mas hoje,ah,se eu pudesse,faria chover e ser uma noite de verão.Me juraria a nunca mais fazer promessas nenhuma e viveria mais uma noite quente nas ruas.
Eu sempre tive a mania alucinógena de achar que as coisas sempre duram pra sempre.Sempre fiz planos,sonhei alto sem olhar quem estava do lado,e quem poderia me pegar se eu caísse.Acho que muitas coisas,eu tive que aprender sozinha,mesmo que me custasse algumas lembranças e algumas lágrimasinhas de vez em quando...
Nunca vou me esquecer de como tive a melhor adolescência do mundo.Hoje,me sinto um pouco velha por já não ter mais o pique daqueles tempos,os amigos e o agito sagrado de toda sexta feira.Chego até sentir falta de todos que passaram e se tornaram paixões,ou pequenos números de uma lista.É engraçado ainda lembrar,dá saudades.
Talvez um dia,eu aprenda a não ser tão apegada a todas essas coisas.Talvez eu possa um dia,abrir melhor minha mente e aprender que o amanhã não é tão incerto,mas que o hoje é mais garantido...
Mas hoje,ah,se eu pudesse,faria chover e ser uma noite de verão.Me juraria a nunca mais fazer promessas nenhuma e viveria mais uma noite quente nas ruas.
18 de agosto de 2010
Várias de mim?
Acordei mais cedo do que o planejado essa manhã.
A cabeça fervia,os olhos estavam pesados e fundos.A noite me fora ingrata e eu prometi não esquecer seu nome,mas acabei adormecendo e acordando hoje,assim.
Driblei o frio e o sono,e abri os olhos para as novas coisas que poderiam vir nesse dia.Sabia que o telefone poderia não tocar,e que uma nova briga poderia ser escrita se eu deixasse.Não pude resistir,vesti Bárbara hoje e ela realmente fez minha cabeça.
Bárbara é diferente de todas as outras meninas.É fria e doce ao mesmo tempo.Joga a toalha e tira o balde do caminho para que você não o chute e se machuque.Resolvi vesti-la hoje por simples comodidade.Achei que não faria mal se eu a usasse em casa,para conversar,ou quem sabe chegar a algumas conclusões.
Ela sentia-se culpada e inteiramente mulher por cada ato que já cometera.Tinha a personalidade por momentos suspeita,pouco parecida com a minha.Não tinha forma física definida,pois ainda é um borrão e uma ideia vaga de meu ser escritor.
Pois bem!Bárbara essa manhã foi minha amiga sincera.Me disse tudo que eu precisava ouvir,sem se preocupar com o linguajar e o que de fato me magoaria.Disse coisas sobre meu comportamento,e tocou em um machucadinho profundo,quase nem daria para enxergar se você o visse...mas ela tinha esse dom,e o tocou sem pensar.
Falou de situações,lugares,pessoas conhecidas e desconhecidas.Disse que eu precisava ter jogo de cintura e me comportar melhor algumas vezes."Ninguém é obrigada a te engolir menina",ela disse.Depois me fez apontar erros e defeitos em mim mesma.
Despi-me de Bárbara e a joguei em cima da cama.Não precisava de alguém me dizendo onde eu estava errando e como eu deveria fazer as coisas...
Se me conhecesse bem,Bárbara saberia que às vezes eu apago a luz da minha lâmpada e deixo a razão do outro prevalecer.Saberia que eu peço desculpas mesmo quando não estou errada,e que gosto de manter as coisas calmas,e que mais ainda,não gosto de perder...
Talvez tenha ficado assustada com o jeito que ela falava de mim como se me conhecesse a muito.Não posso negar que ela acertou em cheio ao falar de minhas falhas.Não são tão visíveis assim.
Penso às vezes que Bárbara tem mais a mim,do que eu a ela...
A cabeça fervia,os olhos estavam pesados e fundos.A noite me fora ingrata e eu prometi não esquecer seu nome,mas acabei adormecendo e acordando hoje,assim.
Driblei o frio e o sono,e abri os olhos para as novas coisas que poderiam vir nesse dia.Sabia que o telefone poderia não tocar,e que uma nova briga poderia ser escrita se eu deixasse.Não pude resistir,vesti Bárbara hoje e ela realmente fez minha cabeça.
Bárbara é diferente de todas as outras meninas.É fria e doce ao mesmo tempo.Joga a toalha e tira o balde do caminho para que você não o chute e se machuque.Resolvi vesti-la hoje por simples comodidade.Achei que não faria mal se eu a usasse em casa,para conversar,ou quem sabe chegar a algumas conclusões.
Ela sentia-se culpada e inteiramente mulher por cada ato que já cometera.Tinha a personalidade por momentos suspeita,pouco parecida com a minha.Não tinha forma física definida,pois ainda é um borrão e uma ideia vaga de meu ser escritor.
Pois bem!Bárbara essa manhã foi minha amiga sincera.Me disse tudo que eu precisava ouvir,sem se preocupar com o linguajar e o que de fato me magoaria.Disse coisas sobre meu comportamento,e tocou em um machucadinho profundo,quase nem daria para enxergar se você o visse...mas ela tinha esse dom,e o tocou sem pensar.
Falou de situações,lugares,pessoas conhecidas e desconhecidas.Disse que eu precisava ter jogo de cintura e me comportar melhor algumas vezes."Ninguém é obrigada a te engolir menina",ela disse.Depois me fez apontar erros e defeitos em mim mesma.
Despi-me de Bárbara e a joguei em cima da cama.Não precisava de alguém me dizendo onde eu estava errando e como eu deveria fazer as coisas...
Se me conhecesse bem,Bárbara saberia que às vezes eu apago a luz da minha lâmpada e deixo a razão do outro prevalecer.Saberia que eu peço desculpas mesmo quando não estou errada,e que gosto de manter as coisas calmas,e que mais ainda,não gosto de perder...
Talvez tenha ficado assustada com o jeito que ela falava de mim como se me conhecesse a muito.Não posso negar que ela acertou em cheio ao falar de minhas falhas.Não são tão visíveis assim.
Penso às vezes que Bárbara tem mais a mim,do que eu a ela...
17 de agosto de 2010
Ando sem criatividade...
A cabeça está voando,os olhos fundos e a boca seca e calada.Gostaria de me abrir mais e deixar as páginas de meus livros serem mudados pelo vento,pulando capítulos e certas histórias.
Talvez falte um pedaço,um alguém ou alguma coisa.Não sei ao certo.
Mas há dias em que insisto em não estar,em mudar de lugar e de personagem.
Eu deveria saber de tudo e poder controlar diversas coisas.Mas hoje resolvi escrever e desabafar.Acho que essa é minha maior fraqueza...
A cabeça está voando,os olhos fundos e a boca seca e calada.Gostaria de me abrir mais e deixar as páginas de meus livros serem mudados pelo vento,pulando capítulos e certas histórias.
Talvez falte um pedaço,um alguém ou alguma coisa.Não sei ao certo.
Mas há dias em que insisto em não estar,em mudar de lugar e de personagem.
Eu deveria saber de tudo e poder controlar diversas coisas.Mas hoje resolvi escrever e desabafar.Acho que essa é minha maior fraqueza...
16 de agosto de 2010
Carta.
O começo é fácil,é sempre assim.
Não é muito do meu feitio se despedir por cartas,mas você não me deixou outra escolha.
Serei curta e irei direto ao ponto sem ficar lembrando das coisas boas que passamos,dos risos,dos momentos de calma e paz.Se fosse para lembrar,e sentir carinho,ou algo relacionado,não estaria lhe escrevendo essa carta,nem tendo as intenções que estou tendo.Lembrar de tudo que passamos,e ter uma breve esperança de como as coisas poderiam ser se nós nos descemos mais uma chance é perda de tempo,você sabe.
Também não irei apontar aqui os seus defeitos,nem as minhas falhas no nosso relacionamento.Não falarei mal de você,e não deixarei que nas noites de solidão você invada meu quarto e se aloje em meu travesseiro e mente.
Não direi nada mais e você saberá que isso tudo é verdade quando eu não estiver mais em seus pensamentos,quando essa carta não passar de um bilhete que foi deixado em sua porta por engano.
Terminamos aqui.Fácil,não?!
Só por favor,não deixe de cumprir com a promessa que me fez.
Me encontre no mesmo lugar,com a combinação perfeita.Me abrace,me beije e guarde esse momento e quantos mais você precisar com você...
Será fácil nos esquecermos.Eu tirarei de letra e logo você será rascunho,prometo...
Não é muito do meu feitio se despedir por cartas,mas você não me deixou outra escolha.
Serei curta e irei direto ao ponto sem ficar lembrando das coisas boas que passamos,dos risos,dos momentos de calma e paz.Se fosse para lembrar,e sentir carinho,ou algo relacionado,não estaria lhe escrevendo essa carta,nem tendo as intenções que estou tendo.Lembrar de tudo que passamos,e ter uma breve esperança de como as coisas poderiam ser se nós nos descemos mais uma chance é perda de tempo,você sabe.
Também não irei apontar aqui os seus defeitos,nem as minhas falhas no nosso relacionamento.Não falarei mal de você,e não deixarei que nas noites de solidão você invada meu quarto e se aloje em meu travesseiro e mente.
Não direi nada mais e você saberá que isso tudo é verdade quando eu não estiver mais em seus pensamentos,quando essa carta não passar de um bilhete que foi deixado em sua porta por engano.
Terminamos aqui.Fácil,não?!
Só por favor,não deixe de cumprir com a promessa que me fez.
Me encontre no mesmo lugar,com a combinação perfeita.Me abrace,me beije e guarde esse momento e quantos mais você precisar com você...
Será fácil nos esquecermos.Eu tirarei de letra e logo você será rascunho,prometo...
15 de agosto de 2010
Das coisas que eu deveria querer.
(Ou melhor,do que eu devia querer,singular!)
Pois é!
Os mais chegados sabem que eu passei no vestibular em Hotelaria lá no SENAC não sabem?!E sabem o porquê eu tive que desistir,temporariamente desse meu sonho né?Aos que não sabem,digo que desisti por motivos financeiros mesmo...
O combinado seria que esse ano eu arranjaria um trabalho,e com ele conseguiria estar lindamente na faculdade no ano que vem,certo?
Sim,parte disso é até verdade,mas algumas coisas mudaram desde então.Eu sinceramente a cada dia que acordo,e a cada vez que falo com uma pessoa,uma profissão nova me surge e de repente sou eu.Eu a psicóloga,eu a hoteleira de paixão,eu a publicitária,eu a jornalista,eu,aquela que produz roteiros e dirige programas de TV.Eu,eu NADA!É assim que eu me sinto todos os dias,sem saber o que fazer e qual profissão seguir.Não consigo me olhar no espelho,e achar a "cara profissional" que eu tenho...
Não gosto de perder tempo,e este já está se esgotando.Já pesquisei sobre todas essas coisinhas ai,e todas me agradam ao menos um pouquinho.
O triste,é que as mesmas pessoas que ouvem meus planos,dizem que é difícil de conseguir estágio em uma e outra,que tem amigos na profissão desempregados e bláblá.
E agora?(Não me indiquem para fazer testes vocacionais.)
Preciso de uma luz.Caso você passe por aqui,e tenha uma dessas profissões,me deixa um recadinho tá?
Obrigada.
Pois é!
Os mais chegados sabem que eu passei no vestibular em Hotelaria lá no SENAC não sabem?!E sabem o porquê eu tive que desistir,temporariamente desse meu sonho né?Aos que não sabem,digo que desisti por motivos financeiros mesmo...
O combinado seria que esse ano eu arranjaria um trabalho,e com ele conseguiria estar lindamente na faculdade no ano que vem,certo?
Sim,parte disso é até verdade,mas algumas coisas mudaram desde então.Eu sinceramente a cada dia que acordo,e a cada vez que falo com uma pessoa,uma profissão nova me surge e de repente sou eu.Eu a psicóloga,eu a hoteleira de paixão,eu a publicitária,eu a jornalista,eu,aquela que produz roteiros e dirige programas de TV.Eu,eu NADA!É assim que eu me sinto todos os dias,sem saber o que fazer e qual profissão seguir.Não consigo me olhar no espelho,e achar a "cara profissional" que eu tenho...
Não gosto de perder tempo,e este já está se esgotando.Já pesquisei sobre todas essas coisinhas ai,e todas me agradam ao menos um pouquinho.
O triste,é que as mesmas pessoas que ouvem meus planos,dizem que é difícil de conseguir estágio em uma e outra,que tem amigos na profissão desempregados e bláblá.
E agora?(Não me indiquem para fazer testes vocacionais.)
Preciso de uma luz.Caso você passe por aqui,e tenha uma dessas profissões,me deixa um recadinho tá?
Obrigada.
13 de agosto de 2010
1,você!
Olha,eu sinto sua falta nas coisas mais idiotas que eu faço no dia.Sinto falta de você me vendo fazer xixi de porta aberta,de você almoçar comigo e de dormir comigo quando na verdade,era só para ficarmos deitados conversando.
Eu sinto falta de você tocando a campanhia à uma da tarde e de pular no seu colo.Sinto falta do charme que eu faço,das frescurinhas,do seu perfume na minha pele,da sua voz forçada e dos seus jeitos.
Sinto falta de você,e morro só de pensar que os minutos passam e que parece que eu estou vivendo anos longe de você.Tenho medo de alguma coisa acabar acontecendo nesse intervalo de tempo...
Sei lá.Você deve saber do que eu estou falando agora,desculpa!
É egoísmo da minha parte,é falta de maturidade,mas eu queria muito que as coisas fossem como no tempo dessa foto.Eu cresci com você,e acho que não aprendi a andar sozinha...
Sinto sua falta.
Te amo!
12 de agosto de 2010
Samantha
Não saiu de casa nem apareceu na janela nesse dia.
Lá fora chovia e ela sentia o cheiro de asfalto molhado
Olhava alguns retratos e sentia arrepios
Estava sofrendo da dor,a dor mais vil
Bebeu um pouco e foi se deitar
Demorou a pegar no sono e logo um copo de gim veio a calhar
Ficou bêbada e o Bem lhe apareceu
Disse algumas palavras e logo desapareceu
Samantha ficou mais triste e inconsolável
Sentiu a pulsação falhar e o coração gritar
Estava falecendo da dor mais vil
O amor e a saudade
Fechou os olhos e teve certeza,estava perto da tempestade.
Lá fora chovia e ela sentia o cheiro de asfalto molhado
Olhava alguns retratos e sentia arrepios
Estava sofrendo da dor,a dor mais vil
Bebeu um pouco e foi se deitar
Demorou a pegar no sono e logo um copo de gim veio a calhar
Ficou bêbada e o Bem lhe apareceu
Disse algumas palavras e logo desapareceu
Samantha ficou mais triste e inconsolável
Sentiu a pulsação falhar e o coração gritar
Estava falecendo da dor mais vil
O amor e a saudade
Fechou os olhos e teve certeza,estava perto da tempestade.
Samantha
Dissimulada é Samantha!
Não anda e não dança
Balança e nunca cai
Pobre Samantha!
Canta desafinado e mesmo assim ainda tem plateia
Não espera
Ninguém é como ela
Samantha.
Menina dos olhos e de meu coração
Fique mais um pouco,ainda falta muito,e eu só tenho essa canção...
Não anda e não dança
Balança e nunca cai
Pobre Samantha!
Canta desafinado e mesmo assim ainda tem plateia
Não espera
Ninguém é como ela
Samantha.
Menina dos olhos e de meu coração
Fique mais um pouco,ainda falta muito,e eu só tenho essa canção...
11 de agosto de 2010
Telefone
Tri ri rim Tri ri rim
O tele fone toca,não é ninguém pra mim.
Tri ri rim Tri ri rim
Deixa recado,estou tomando banho e não posso atender
Tri ri rim Tri ri rim
É o Bem do outro lado do mundo querendo me dar um cheiro
“Você tem,1 ligação perdida”
Tri ri rim Tri ri rim
Diga que não estou,mas me ligue de volta,posso precisar falar com você
Tri ri rim Tri ri rim
Ligaram errado e hoje eu estou com pressa
Tri ri rim Tri ri rim
O telefone toca,talvez dessa vez seja pra mim
Tri ri rim Tri ri rim
O telefone toca sem parar.
Cansei por hoje,já enlouqueci demais.
Tri ri ri...
“O telefone chamado parece estar fora da área de cobertura.Por favor tente mais tarde.”
O tele fone toca,não é ninguém pra mim.
Tri ri rim Tri ri rim
Deixa recado,estou tomando banho e não posso atender
Tri ri rim Tri ri rim
É o Bem do outro lado do mundo querendo me dar um cheiro
“Você tem,1 ligação perdida”
Tri ri rim Tri ri rim
Diga que não estou,mas me ligue de volta,posso precisar falar com você
Tri ri rim Tri ri rim
Ligaram errado e hoje eu estou com pressa
Tri ri rim Tri ri rim
O telefone toca,talvez dessa vez seja pra mim
Tri ri rim Tri ri rim
O telefone toca sem parar.
Cansei por hoje,já enlouqueci demais.
Tri ri ri...
“O telefone chamado parece estar fora da área de cobertura.Por favor tente mais tarde.”
10 de agosto de 2010
DEFINIÇÃO: O aborto é a morte de uma criança no ventre de sua mãe produzida durante qualquer momento da etapa que vai desde a fecundação (união do óvulo com o espermatozóide) até o momento prévio ao nascimento.
Aborto.Uma palavra que,enquanto na teoria acaba gerando muita polêmica e pouca solução.Cada um tem um ponto de vista,cada um acha uma coisa e sempre,querendo ou não,acabam colocando a religião no meio do assunto.Por quê?
Quando eu penso em aborto,em se legalizar o ato,ou não,não posso evitar de pensar que antes disso,daria para ter evitado uma gravidez indesejada.Creio que no país que moramos,nas cidades,nos bairros por mais pobres que sejam,há a informação e meios para adquirir anticontraceptivos e se proteger de gravidez e DSTs.Não entendo ainda,como o índice de gravidez no país ainda seja grande e inacabável.
Quando penso também em aborto,me lembro das periferias,e das várias crianças que encontramos nas ruas todos os dias.Dos maus tratos,da fome,da pobreza,da carência nas escolas e na saúde,até da falta que os pais,a família dessas crianças fazem para elas.Acho muito injusto ver seres tão pequenininhos vendendo balas,pequenos objetos,até mesmo o corpo por troca de alguns reais para a família.Isso seria pobreza,ou abuso?
Acho que quando a questão é aborto,várias pessoas torcem o nariz e já dizem de cara que não são a favor,e que isso é crime.Penso que também deve ser um crime agir com negligência a uma mãe que,em desespero,opta por fazer o aborto e muitas vezes acaba morrendo por não ter tido um atendimento profissional em um lugar adequado.
EU, não tenho uma opinião certeira,nem aponto para o que deve ser melhor ou não.Mas pensando até pelos dois lados,(digo o da política e o religioso),deveríamos mais pensar em formas de se evitar uma gravidez,do que em como acabar com uma,seja com o feto já na barriga,ou depois abandonando crianças em orfanatos e nas ruas.
A religião deveria abrir os olhos para um problema que é grave,e já que não apoia a legalização,pelo menos mudar a conduta e incentivar seus seguidores a usarem preservativos e anticoncepcionais.
A política,por sua vez,deveria tornar obrigatório a distribuição de camisinhas não só em datas comemorativas como o carnaval,e a parada gay,mas sempre.Que fosse para deixar potes com camisinhas em cada esquina,para que fosse mais visível ainda a aqueles que desconhecem tal meio de prevenção.
Partindo do principio de uma boa educação sexual para todos,não só os jovens,o aborto pode vir a ser a solução para casos extremos como abuso sexual e doenças graves ao feto.
Aborto.Uma palavra que,enquanto na teoria acaba gerando muita polêmica e pouca solução.Cada um tem um ponto de vista,cada um acha uma coisa e sempre,querendo ou não,acabam colocando a religião no meio do assunto.Por quê?
Quando eu penso em aborto,em se legalizar o ato,ou não,não posso evitar de pensar que antes disso,daria para ter evitado uma gravidez indesejada.Creio que no país que moramos,nas cidades,nos bairros por mais pobres que sejam,há a informação e meios para adquirir anticontraceptivos e se proteger de gravidez e DSTs.Não entendo ainda,como o índice de gravidez no país ainda seja grande e inacabável.
Quando penso também em aborto,me lembro das periferias,e das várias crianças que encontramos nas ruas todos os dias.Dos maus tratos,da fome,da pobreza,da carência nas escolas e na saúde,até da falta que os pais,a família dessas crianças fazem para elas.Acho muito injusto ver seres tão pequenininhos vendendo balas,pequenos objetos,até mesmo o corpo por troca de alguns reais para a família.Isso seria pobreza,ou abuso?
Acho que quando a questão é aborto,várias pessoas torcem o nariz e já dizem de cara que não são a favor,e que isso é crime.Penso que também deve ser um crime agir com negligência a uma mãe que,em desespero,opta por fazer o aborto e muitas vezes acaba morrendo por não ter tido um atendimento profissional em um lugar adequado.
EU, não tenho uma opinião certeira,nem aponto para o que deve ser melhor ou não.Mas pensando até pelos dois lados,(digo o da política e o religioso),deveríamos mais pensar em formas de se evitar uma gravidez,do que em como acabar com uma,seja com o feto já na barriga,ou depois abandonando crianças em orfanatos e nas ruas.
A religião deveria abrir os olhos para um problema que é grave,e já que não apoia a legalização,pelo menos mudar a conduta e incentivar seus seguidores a usarem preservativos e anticoncepcionais.
A política,por sua vez,deveria tornar obrigatório a distribuição de camisinhas não só em datas comemorativas como o carnaval,e a parada gay,mas sempre.Que fosse para deixar potes com camisinhas em cada esquina,para que fosse mais visível ainda a aqueles que desconhecem tal meio de prevenção.
Partindo do principio de uma boa educação sexual para todos,não só os jovens,o aborto pode vir a ser a solução para casos extremos como abuso sexual e doenças graves ao feto.
9 de agosto de 2010
2...
A saudade apertou seu peito de tal forma que ela curvou-se e admirou o chão que ele havia pisado.Viu seu reflexo meio torto no chão laminado,e então chorou.Percebeu o que então era o amor!
Da pior forma possível levantou e enxugou suas lágrimas.A saudade parecia um machado e lhe cortava o peito de dentro pra fora,numa velocidade mínima e mais dolorosa.Parecia que seu corpo todo iria evaporar dentro daquele vestido rodado que ele a deu de presente.Ah,esse vestido...Pudera ela nunca o ter tirado do armário,nem se perfumar para seu amado...
Da pior forma possível levantou e enxugou suas lágrimas.A saudade parecia um machado e lhe cortava o peito de dentro pra fora,numa velocidade mínima e mais dolorosa.Parecia que seu corpo todo iria evaporar dentro daquele vestido rodado que ele a deu de presente.Ah,esse vestido...Pudera ela nunca o ter tirado do armário,nem se perfumar para seu amado...
8 de agosto de 2010
3parágrafos
Enfim ela descobriu! Viu as fotos,os vídeos e todos aqueles conteúdos nojentos.Acabara de descubrir quem era seu amor de verdade,se decepcionou.Gritou para o espelho enquanto pedia perdão a si mesma por tal ato.Era ridículo de ver alguém tão capaz,se submeter a nada,a apenas lembranças e pequenos momentos,que por fim,eram iguais aos vídeos e fotos.
A traição entrou pelos seus poros e logo atingiu a corrente sanguinea.Não posso evitar de dizer que me cortava o coração ver a megera em tal estado.Eu teria avisado se ela não fosse tão ela mesma.Teria lhe contado tudo que sabia,tudo que já havia visto e ouvido,teria lhe contado todas as minhas suspeitas.Mas por fim tive certeza que ela não confiaria em mim,e bem,segui seu conselho e peguei a pipoca.
Hoje ela é como eu seria aos trinta e cinco anos.Perdeu ainda mais a fé na vida e nas pessoas.Vive bebendo e se remoendo por dentro por um passado que não passou de mentiras e de imitações baratas.Barata!Ela se sentiu assim vestindo todas aquelas fantasias e nomes...
A traição entrou pelos seus poros e logo atingiu a corrente sanguinea.Não posso evitar de dizer que me cortava o coração ver a megera em tal estado.Eu teria avisado se ela não fosse tão ela mesma.Teria lhe contado tudo que sabia,tudo que já havia visto e ouvido,teria lhe contado todas as minhas suspeitas.Mas por fim tive certeza que ela não confiaria em mim,e bem,segui seu conselho e peguei a pipoca.
Hoje ela é como eu seria aos trinta e cinco anos.Perdeu ainda mais a fé na vida e nas pessoas.Vive bebendo e se remoendo por dentro por um passado que não passou de mentiras e de imitações baratas.Barata!Ela se sentiu assim vestindo todas aquelas fantasias e nomes...
7 de agosto de 2010
4parágrafos
Levantou cedo e logo sabia que aquele bom humor todo a traria problemas,mas não exitou em se maquiar e se perfumar como se tivesse alguém para impressionar nas ruas.
Não tinha ninguém.
Sentiu-se superior ao sentar ao lado de uma menina de cabelos longos e sujos.Empinou o nariz quando encostaram a barriga em seu braço,mas continuou.A cidade toda gritava sons diferentes em seus ouvidos e ela parecia animada e até cantou,errado,quatro músicas seguidas,não gravou nenhuma entrevista,não causou impacto!
Chegou rebolando seus quadris e percebeu que tudo havia sido em vão.Nada daria certo dali pra frente e ela chorou nos colchões,em cada um deles.Borrou o rímel,desfigurou a boca com o batom,mas mesmo assim espalhou seu eprfume no ar,não sei o que pretendia.Prometeu falar sobre mais tarde,mas não sei se chegou a cumprir sua promessa.Tinha um corpo mais ou menos,uma voz chata e nariz bonitinho.Não servia para dançaria,nem tal para prostituição.Era comum demais,e sempre cometia os mesmos erros banais:queria sempre mais do que podia ter...
Não tinha ninguém.
Sentiu-se superior ao sentar ao lado de uma menina de cabelos longos e sujos.Empinou o nariz quando encostaram a barriga em seu braço,mas continuou.A cidade toda gritava sons diferentes em seus ouvidos e ela parecia animada e até cantou,errado,quatro músicas seguidas,não gravou nenhuma entrevista,não causou impacto!
Chegou rebolando seus quadris e percebeu que tudo havia sido em vão.Nada daria certo dali pra frente e ela chorou nos colchões,em cada um deles.Borrou o rímel,desfigurou a boca com o batom,mas mesmo assim espalhou seu eprfume no ar,não sei o que pretendia.Prometeu falar sobre mais tarde,mas não sei se chegou a cumprir sua promessa.Tinha um corpo mais ou menos,uma voz chata e nariz bonitinho.Não servia para dançaria,nem tal para prostituição.Era comum demais,e sempre cometia os mesmos erros banais:queria sempre mais do que podia ter...
6 de agosto de 2010
5parágrafos.
Esqueci de dispensá-la e deixar a casa sozinha e limpa.
Fui ao seu encontro,mesmo debaixo desse frio todo só para ver seu rosto rosado acima dos meus olhos.
Um encontro comum,sem muito mistério.
Passeamos pelos lugares de sempre,sem sair do lugar.Você virou as costas e eu dei uma saidinha,pro seu bem.Voltei.Você sentou ao meu lado e fez uma carinha descontente,daquelas de bebê que precisa ser cuidado,eu cuidei de você.
Te dei minhas orelhas,seios e mãos.Te dei meu corpo e um pedacinho do meu lanche,para saciar a fome.Você ficou mais carinhoso e quis me mimar.Te contei de algumas saudades que senti e de alguns toques carentes que tive que me dar.Começou a garoar,você me falou de você,e eu perguntei se nós já estávamos prontos,você sorriu e disse que sim,senti um calafrio...Você de novo aproveitou minha fraqueza e me disse certas coisas nos ouvidos.Eu retribui,suas calças sorriram para mim.Sentamos então no degrau e eu te fiz carinho,carinho esse que me fez viajar e pensar em várias coisas.As pessoas eram só pessoas estressadas,os motoqueiros eram apenas mosquinhas e o gordinho era apenas mais um tarado,aquele do filme.O transito andou e nossos carinhos foram trocados por conversas bobas e sem sentido.Acho que senti prazer só de imaginar o que estava por trás do seu olhar cansado,qual seria a posição da vez?Te amei em silêncio,quase num pensamento nu.
Fico imaginando qual será a surpresa da semana que vem,se estaremos prontos e o melhor de tudo,se não teremos platéia...
Fui ao seu encontro,mesmo debaixo desse frio todo só para ver seu rosto rosado acima dos meus olhos.
Um encontro comum,sem muito mistério.
Passeamos pelos lugares de sempre,sem sair do lugar.Você virou as costas e eu dei uma saidinha,pro seu bem.Voltei.Você sentou ao meu lado e fez uma carinha descontente,daquelas de bebê que precisa ser cuidado,eu cuidei de você.
Te dei minhas orelhas,seios e mãos.Te dei meu corpo e um pedacinho do meu lanche,para saciar a fome.Você ficou mais carinhoso e quis me mimar.Te contei de algumas saudades que senti e de alguns toques carentes que tive que me dar.Começou a garoar,você me falou de você,e eu perguntei se nós já estávamos prontos,você sorriu e disse que sim,senti um calafrio...Você de novo aproveitou minha fraqueza e me disse certas coisas nos ouvidos.Eu retribui,suas calças sorriram para mim.Sentamos então no degrau e eu te fiz carinho,carinho esse que me fez viajar e pensar em várias coisas.As pessoas eram só pessoas estressadas,os motoqueiros eram apenas mosquinhas e o gordinho era apenas mais um tarado,aquele do filme.O transito andou e nossos carinhos foram trocados por conversas bobas e sem sentido.Acho que senti prazer só de imaginar o que estava por trás do seu olhar cansado,qual seria a posição da vez?Te amei em silêncio,quase num pensamento nu.
Fico imaginando qual será a surpresa da semana que vem,se estaremos prontos e o melhor de tudo,se não teremos platéia...
5 de agosto de 2010
Te amo!
Ontem eu assisti pela centésima vez "De Repente 30" e me lembrei da gente.Percebi a sorte gigantesca que eu tenho por você ter sido meu melhor amigo gordo e bundudo do fundamental,e hoje ser o meu grande namorado,o melhor de todas as porqueiras que eu já tive.
Hoje,você me acordou às 8:40 da manhã,nesse friozinho bom que está fazendo.Não consegui mais dormir,acordei e vim aqui falar que te amo e que apesar de gostar de dormir muito,amo quando você me acorda!
A lista de coisas que eu tenho para falar de você é grande,mas por hora,fico com o básico e com o mais importante;Eu te amo Mú!
Por você eu te espero durante duas horas e meia no frio,no vento e na garoa,divido a cama e fico com o menor espaço,aguento dias assim,pessoas chatas e sorrisos de gelo.Vejo filmes idiotas e sempre dou o braço a torcer.Namorar com você não é fácil,mas é melhor do que eu pensei que seria!
Te amo muito Mú,para todo o sempre,amém!
Hoje,você me acordou às 8:40 da manhã,nesse friozinho bom que está fazendo.Não consegui mais dormir,acordei e vim aqui falar que te amo e que apesar de gostar de dormir muito,amo quando você me acorda!
A lista de coisas que eu tenho para falar de você é grande,mas por hora,fico com o básico e com o mais importante;Eu te amo Mú!
Por você eu te espero durante duas horas e meia no frio,no vento e na garoa,divido a cama e fico com o menor espaço,aguento dias assim,pessoas chatas e sorrisos de gelo.Vejo filmes idiotas e sempre dou o braço a torcer.Namorar com você não é fácil,mas é melhor do que eu pensei que seria!
Te amo muito Mú,para todo o sempre,amém!
4 de agosto de 2010
Enfim uma boa história para contar
Cheia de desespero e agonia
E como fazer o tempo passar?
Quer dizer,eu já nem lembro o que passou
Os dias são tão iguais...
E que diferença faz se eu já não te tenho mais
O que fingia sentir passou
Os dias são tão iguais...
Mas na volta pra casa quem sabe
Ainda posso lembrar (e continuar a viver)
Ainda vou exitar,é
Vãos ser os mesmos finais...
Será triste como deve ser
E eu vou gostar cada vez mais de você
E,enfim uma boa historia para contar
Quer dizer,os dias foram tão iguais
E suas palavras tão banais
Que já não podemos mais
Seguir em frente sem olhar pra trás
E como fui capaz?
De voltar para casa sem me lembrar?
Ainda vou exitar
Ainda vou lembrar
Ainda vou exitar
Sem querer lembrar... (2x)
________
Ainda lembro da melodia dessa "mini" canção que eu fiz quando estava no 1ºano...Acho que não levo muito jeito pra música,mas não devia ter parado de jeito nenhum com as aulas de violão...
Ah,e sorte a minha ter mudado mei jeito de ver certas coisas.
Cheia de desespero e agonia
E como fazer o tempo passar?
Quer dizer,eu já nem lembro o que passou
Os dias são tão iguais...
E que diferença faz se eu já não te tenho mais
O que fingia sentir passou
Os dias são tão iguais...
Mas na volta pra casa quem sabe
Ainda posso lembrar (e continuar a viver)
Ainda vou exitar,é
Vãos ser os mesmos finais...
Será triste como deve ser
E eu vou gostar cada vez mais de você
E,enfim uma boa historia para contar
Quer dizer,os dias foram tão iguais
E suas palavras tão banais
Que já não podemos mais
Seguir em frente sem olhar pra trás
E como fui capaz?
De voltar para casa sem me lembrar?
Ainda vou exitar
Ainda vou lembrar
Ainda vou exitar
Sem querer lembrar... (2x)
________
Ainda lembro da melodia dessa "mini" canção que eu fiz quando estava no 1ºano...Acho que não levo muito jeito pra música,mas não devia ter parado de jeito nenhum com as aulas de violão...
Ah,e sorte a minha ter mudado mei jeito de ver certas coisas.
2 de agosto de 2010
Lembra?

Acabei mudando algumas coisas de lugar hoje,e não resisti ao abrir essa e outras caixinhas que eu tenho aqui.Não sei de onde eu criei essa ideia estranha de guardar as pequenas coisas durante anos e anos.Deve ter saido daquela velha história do pra sempre,do nosso pra sempre!
Ah,como foi bom perder alguns minutinhos da minha manhã e abrir algumas cartas e lembrar de várias pessoas!A caixa mais antiguinha,estava até cheirando a mofo e algumas cartinhas já estão bem amareladas e com aquele bixinho que fica da cor do papel.Também não sei o porque ainda não joguei essas coisas fora que só servem para ocupar espaço no armário e num canto do chão...Acho que são as caixinhas que primeiramente me encantam,depois o conteudo velho e às vezes doloroso que tem dentro.
Não consegui ficar sem encostar nas cartas que ela me mandava e de como as coisas eram simples e perfeitamente duradouras naquele tempo todo,era lindo!Peguei também aquela listinha de meninos que nós já ficamos ao longo da vida...A minha deu uma estacionada,e eu espero que ela pare por aqui mesmo.A delas eu não sei como está.Faz tempo,des das cartas e des do tempo em que as coisas eram devidamente simples.Não sei se é o certo,mas ainda confesso que sinto saudades das coisas que tinha a um tempo atrás.Não sei simplesmente esquecer e ter raiva,principalmente quando eu amei de verdade...
Talvez eu não saiba mesmo manter amizades.
As coisas são lindas e cheias de juras no começo.Queria todo dia poder conhecer alguém diferente e ter as mesmas promessas alucinógenas de costume.Ou mesmo alguém de confiança para poder deitar no colo,olhar as nuvens e fazer planos de noites em sítios...
Sinto sua falta Dé.
1 de agosto de 2010
Das coisas que eu gosto.
Hoje mais do nunca eu acordei com a Stephanie na cabeça e nos dedos.Sem Lyna,sem Sophia,e sem ninguém para camuflar minhas histórias e dizer o que eu realmente sinto.Hoje quero lembrar das coisas que eu gosto,do meu jeito.
A maioria das pessoas que me conhecem,e de cara já sabem que eu sou filha única,normalmente já vem com aquela frase batida dizendo que eu sou mimada,que tenho tudo que quero porque sou única.No começo,eu discordo e não acho que seria muito diferente se eu tivesse que dividir minhas coisas com outro alguém.Pelo contrário,acho que juntos teríamos muito mais coisas,mais diversidade.Minha mãe sempre fez de tudo por mim,e sempre fará.Lembro que nos bons tempos,eu realmente tinha tudo que queria,dês da sandália de plástico da Xuxa,até Barbies e parte de sua casa.Se hoje não tenho mais,é porque cresci e porque as coisas mudaram,e muito...
Eu sempre cresci com isso,sempre soube que de certa forma eu poderia conseguir o que quisesse se usasse uma coisa ou outra,se me comportasse e fizesse a coisa certa.Depois disso,só posso chegar a conclusão de que todos os outros tinham razão.Se ser mimada significa ter tudo o que se deseja,então admito,sou mimada!Sempre conquistei e tive tudo que queria,mesmo que pequenas coisas.Ter essa ideia fixa na cabeça,me ajuda em dias tristes em que eu acho que nada nunca mais dará certo.Dará,e eu só tenho que esperar,ter paciência,coisa que eu ainda não tenho muito,mas saberei esperar.
Também sou daquelas que acredita que feliz,ou infelizmente o mundo dá voltas,e tudo que vai,volta!Já fiz e deixei de fazer muitas coisas pensando nessa minha tal teoria.É por isso também que eu não me vingo.Nunca movi um só dedinho para bolar alguma coisa e ferir de volta...Mas gosto de estar presente na primeira fila quando as coisas voltam e começam a dar "certo".
Voltando as coisas do meu jeito,gosto de organização no meu quarto,na sala e odeio muito quando a cozinha está bagunçada e cheia de coisas espalhadas pelo chão.Não suporto de jeito nenhum atraso e não suporto quando teimam comigo quando eu estou certa.Não gosto de muitas coisas,mas sei sorrir e isso ajuda muito nas horas difíceis...
Enfim,um texto totalmente sem nexo e cheio de rodeios só pra dizer que eu gosto de certas coisas do meu jeitinho,com meu toque.Claro que eu ouço várias opiniões e não necessariamente queira estar certa em tudo,mas se você também é assim,vai entender do que eu estou falando.Não se trata de ego,nem do umbigo,mas sim de gostos,de jeitos de se ver as formas e se imaginar nelas...
A maioria das pessoas que me conhecem,e de cara já sabem que eu sou filha única,normalmente já vem com aquela frase batida dizendo que eu sou mimada,que tenho tudo que quero porque sou única.No começo,eu discordo e não acho que seria muito diferente se eu tivesse que dividir minhas coisas com outro alguém.Pelo contrário,acho que juntos teríamos muito mais coisas,mais diversidade.Minha mãe sempre fez de tudo por mim,e sempre fará.Lembro que nos bons tempos,eu realmente tinha tudo que queria,dês da sandália de plástico da Xuxa,até Barbies e parte de sua casa.Se hoje não tenho mais,é porque cresci e porque as coisas mudaram,e muito...
Eu sempre cresci com isso,sempre soube que de certa forma eu poderia conseguir o que quisesse se usasse uma coisa ou outra,se me comportasse e fizesse a coisa certa.Depois disso,só posso chegar a conclusão de que todos os outros tinham razão.Se ser mimada significa ter tudo o que se deseja,então admito,sou mimada!Sempre conquistei e tive tudo que queria,mesmo que pequenas coisas.Ter essa ideia fixa na cabeça,me ajuda em dias tristes em que eu acho que nada nunca mais dará certo.Dará,e eu só tenho que esperar,ter paciência,coisa que eu ainda não tenho muito,mas saberei esperar.
Também sou daquelas que acredita que feliz,ou infelizmente o mundo dá voltas,e tudo que vai,volta!Já fiz e deixei de fazer muitas coisas pensando nessa minha tal teoria.É por isso também que eu não me vingo.Nunca movi um só dedinho para bolar alguma coisa e ferir de volta...Mas gosto de estar presente na primeira fila quando as coisas voltam e começam a dar "certo".
Voltando as coisas do meu jeito,gosto de organização no meu quarto,na sala e odeio muito quando a cozinha está bagunçada e cheia de coisas espalhadas pelo chão.Não suporto de jeito nenhum atraso e não suporto quando teimam comigo quando eu estou certa.Não gosto de muitas coisas,mas sei sorrir e isso ajuda muito nas horas difíceis...
Enfim,um texto totalmente sem nexo e cheio de rodeios só pra dizer que eu gosto de certas coisas do meu jeitinho,com meu toque.Claro que eu ouço várias opiniões e não necessariamente queira estar certa em tudo,mas se você também é assim,vai entender do que eu estou falando.Não se trata de ego,nem do umbigo,mas sim de gostos,de jeitos de se ver as formas e se imaginar nelas...
30 de julho de 2010
Casei?!
Hoje tive uma pequena prévia do que seria minha vida se eu já fosse casada.Uma pequena amostra daqueles dias lotados,cheios de coisas e nada de romantismo pra curtir.Parece de avancei alguns anos e já estou até com um bebê no colo que depende 24hrs de mim e só cede quando a chupeta está na boca.Mas ainda sim o bebê quer mais,muito mais!E lá se vai meu dia,um dia que poderia ter sido cheio de namoro e pouco compromisso.
Não quero que as coisas sejam assim quando eu realmente estiver para casar.Quero poder curtir bastante meu namorado,fazer viagens incríveis e curtir ao máximo essa vida a dois que nós temos.Talvez seja pretensão demais,mas não seria ruim se o planejado desse certo pelo menos uma vez...
E enfim menos uma noite.E como diria o "Velho Charlie":Hoje tive uma pequena prévia do que seria minha vida se eu já fosse casada.Uma pequena amostra daqueles dias lotados,cheios de coisas e nada de romantismo pra curtir.Parece de avancei alguns anos e já estou até com um bebê no colo que depende 24hrs de mim e só cede quando a chupeta está na boca.Mas ainda sim o bebê quer mais,muito mais!E lá se vai meu dia,um dia que poderia ter sido cheio de namoro e pouco compromisso.
Não quero que as coisas sejam assim quando eu realmente estiver para casar.Quero poder curtir bastante meu namorado,fazer viagens incríveis e curtir ao máximo essa vida a dois que nós temos.Talvez seja pretensão demais,mas não seria ruim se o planejado desse de certo pelo menos uma vez...
E enfim menos uma noite.E como já dizio o "Velho Charlie":
"Nunca ser tão, tão legal,tão legal."
Será que eu nunca vou aprender a ser uma pessoa diurna?!
Não quero que as coisas sejam assim quando eu realmente estiver para casar.Quero poder curtir bastante meu namorado,fazer viagens incríveis e curtir ao máximo essa vida a dois que nós temos.Talvez seja pretensão demais,mas não seria ruim se o planejado desse certo pelo menos uma vez...
E enfim menos uma noite.E como diria o "Velho Charlie":Hoje tive uma pequena prévia do que seria minha vida se eu já fosse casada.Uma pequena amostra daqueles dias lotados,cheios de coisas e nada de romantismo pra curtir.Parece de avancei alguns anos e já estou até com um bebê no colo que depende 24hrs de mim e só cede quando a chupeta está na boca.Mas ainda sim o bebê quer mais,muito mais!E lá se vai meu dia,um dia que poderia ter sido cheio de namoro e pouco compromisso.
Não quero que as coisas sejam assim quando eu realmente estiver para casar.Quero poder curtir bastante meu namorado,fazer viagens incríveis e curtir ao máximo essa vida a dois que nós temos.Talvez seja pretensão demais,mas não seria ruim se o planejado desse de certo pelo menos uma vez...
E enfim menos uma noite.E como já dizio o "Velho Charlie":
"Nunca ser tão, tão legal,tão legal."
Será que eu nunca vou aprender a ser uma pessoa diurna?!
29 de julho de 2010
Rotina de Aline
Acorda bem cedo todas as manhãs e logo já sorri a si mesma no escuro.Arruma a cama e logo se depara com o cabelo crespo armado e cheios de nós no alto da cabeça.Não liga,começa a rebolar seu trazeirão e vai descendo para a cozinha,onde toma café preto e amargo para despertar de vez.
Aline sai de casa exatamente as 6hrs em ponto.Sempre bem arrumada e perfumada,vai descendo o morro de um bairro que um dia já foi bonito,arrumado e seguro.Ideia essa que conforta Aline em dias de miséria...
Chega ao ponto de ônibus e logo já vê seu motorista preferido estacionando.Entra no ônibus,dá bom dia,pega o dinheiro,senta em um banco confortável e vai admirando o caminho pela cidade.Afinal,mais que simplesmente pegar o ônibus,Aline viaja por São Paulo.
Acho que não preciso dizer que Aline era uma garota pobre que morava em um bairro de classe baixa em São Paulo.Mas tenho que afirmar que apesar de todas as rasteiras que já tomou da vida,das oportunidades e caminhos que podia ter escolhido,Aline era uma boa garota,mesmo que não soubesse disso.
No ponto final,desce paralela a rua dos sonhos.Caminha divinamente e vai se imaginando em um daqueles vestidos caríssimos de meio metro.Logo vai dobrando a esquina e entrando no emprego;uma casa de família rica e nada humilde.Aline sonha com todas aquelas coisas e tira pó dos móveis.Queria um dinheiro a mais e limpa os cômodos.Chora,mesmo tendo acordado feliz e lava roupa.Descansa,almoça e vai embora.
Chega em casa e faz as mesmas coisas,só que sem o luxo de uma mansão no Jardins.
Aline sabe que deveria ter feito muito mais por si quando era mais jovem.Devia ter estudado e não pensado que o amor e uma casa própria era tudo que se podia ter.Claro que valores são importantes,e não quero dizer que ela deveria ter uma casa em bairros chiques de São Paulo.Apenas cansei de vê-la sorrir todos os dias quando queria acordar e não ter que esquentar água para tomar banho,nem tomar apenas um cafezinho ralo e amargo pela manhã.
Aline sai de casa exatamente as 6hrs em ponto.Sempre bem arrumada e perfumada,vai descendo o morro de um bairro que um dia já foi bonito,arrumado e seguro.Ideia essa que conforta Aline em dias de miséria...
Chega ao ponto de ônibus e logo já vê seu motorista preferido estacionando.Entra no ônibus,dá bom dia,pega o dinheiro,senta em um banco confortável e vai admirando o caminho pela cidade.Afinal,mais que simplesmente pegar o ônibus,Aline viaja por São Paulo.
Acho que não preciso dizer que Aline era uma garota pobre que morava em um bairro de classe baixa em São Paulo.Mas tenho que afirmar que apesar de todas as rasteiras que já tomou da vida,das oportunidades e caminhos que podia ter escolhido,Aline era uma boa garota,mesmo que não soubesse disso.
No ponto final,desce paralela a rua dos sonhos.Caminha divinamente e vai se imaginando em um daqueles vestidos caríssimos de meio metro.Logo vai dobrando a esquina e entrando no emprego;uma casa de família rica e nada humilde.Aline sonha com todas aquelas coisas e tira pó dos móveis.Queria um dinheiro a mais e limpa os cômodos.Chora,mesmo tendo acordado feliz e lava roupa.Descansa,almoça e vai embora.
Chega em casa e faz as mesmas coisas,só que sem o luxo de uma mansão no Jardins.
Aline sabe que deveria ter feito muito mais por si quando era mais jovem.Devia ter estudado e não pensado que o amor e uma casa própria era tudo que se podia ter.Claro que valores são importantes,e não quero dizer que ela deveria ter uma casa em bairros chiques de São Paulo.Apenas cansei de vê-la sorrir todos os dias quando queria acordar e não ter que esquentar água para tomar banho,nem tomar apenas um cafezinho ralo e amargo pela manhã.
28 de julho de 2010
Justificativa
Havia um bebê, um companheiro, um baile dos ex-alunos, bebidas e muita sacanagem no ar.
Sophia carregava em seus braços o pequeno peso de 5kls de um bebezinho lindo, fruto de um relacionamento seu que afundaria de vez nessa noite.
Andou pelo baile, com seu vestido berinjela invejando a todas as mocinhas que passavam por ela e não tinham o farto que ela tinha;18 anos,com um bebê de 5 meses e um namorado que não se importava mais com nada,a não ser a aparência boa que o tempo havia lhe dado.Sophia não estava na faculdade como suas colegas do colegial,e isso fazia muita diferença para ela.Um ano a mais sem o diploma e sem as aventuras da faculdade.Sem trotes,sem amigas,sem fotos no banheiro,sem nada que um dia quis ter,esqueceu de ser cautelosa a uns meses atrás...
Foi ao banheiro e enxergou uma pessoa nova e triste. Cabelos curtos, pele lizinha e algumas lágrimas. Chorou ali mesmo sem se importar com o resto todo perfeito que estava lá fora. Sentiu-se mais do que nunca sozinha, sem ninguém. E era triste de se ver e admitir, mas Sophia era eu naquela noite!
Lembro que depois de chorar muito, sai do banheiro e fui à procura do meu namorado para que pudéssemos ir embora e conversar um pouco. Ele, na minha vida, era única coisa sólida que eu tinha. Bem, não sólida, mas dividíamos algumas coisas, e nesse momento eu queria conversar.
Procurei por todos os cantos, passei pelas belas e mimadas da turma e então o encontrei conversando com alguns meninos da época. Eles continuavam com a aparência ridícula de um nerd idiota, falavam besteiras como se fossem sair pegando todas as meninas do salão... Era patético ainda, mesmo depois de tanto tempo.
Achei o tal, e ele me ignorou como se eu tivesse alguma coisa nojenta nos dentes. Sabia que eu estava cansada e que o bebê precisava ir para casa, mas continuou conversando e rindo com aqueles. Foi quando me zanguei de vez e fiz minha cena. Fui à sala de aula, peguei meu bebê, minha arranhada aliança e me despedi dramaticamente dele e então parti.
De lá para cá, sigo cuidando do meu bebê e me recordando daquela noite toda vez que vejo luzes coloridas e jovens gritando. Acho que a vida teria sido mais generosa comigo se eu soubesse ser mais decidida e melhor resolvida em várias questões. Mas isso, eu nunca saberei...
Sophia carregava em seus braços o pequeno peso de 5kls de um bebezinho lindo, fruto de um relacionamento seu que afundaria de vez nessa noite.
Andou pelo baile, com seu vestido berinjela invejando a todas as mocinhas que passavam por ela e não tinham o farto que ela tinha;18 anos,com um bebê de 5 meses e um namorado que não se importava mais com nada,a não ser a aparência boa que o tempo havia lhe dado.Sophia não estava na faculdade como suas colegas do colegial,e isso fazia muita diferença para ela.Um ano a mais sem o diploma e sem as aventuras da faculdade.Sem trotes,sem amigas,sem fotos no banheiro,sem nada que um dia quis ter,esqueceu de ser cautelosa a uns meses atrás...
Foi ao banheiro e enxergou uma pessoa nova e triste. Cabelos curtos, pele lizinha e algumas lágrimas. Chorou ali mesmo sem se importar com o resto todo perfeito que estava lá fora. Sentiu-se mais do que nunca sozinha, sem ninguém. E era triste de se ver e admitir, mas Sophia era eu naquela noite!
Lembro que depois de chorar muito, sai do banheiro e fui à procura do meu namorado para que pudéssemos ir embora e conversar um pouco. Ele, na minha vida, era única coisa sólida que eu tinha. Bem, não sólida, mas dividíamos algumas coisas, e nesse momento eu queria conversar.
Procurei por todos os cantos, passei pelas belas e mimadas da turma e então o encontrei conversando com alguns meninos da época. Eles continuavam com a aparência ridícula de um nerd idiota, falavam besteiras como se fossem sair pegando todas as meninas do salão... Era patético ainda, mesmo depois de tanto tempo.
Achei o tal, e ele me ignorou como se eu tivesse alguma coisa nojenta nos dentes. Sabia que eu estava cansada e que o bebê precisava ir para casa, mas continuou conversando e rindo com aqueles. Foi quando me zanguei de vez e fiz minha cena. Fui à sala de aula, peguei meu bebê, minha arranhada aliança e me despedi dramaticamente dele e então parti.
De lá para cá, sigo cuidando do meu bebê e me recordando daquela noite toda vez que vejo luzes coloridas e jovens gritando. Acho que a vida teria sido mais generosa comigo se eu soubesse ser mais decidida e melhor resolvida em várias questões. Mas isso, eu nunca saberei...
27 de julho de 2010
Lyna Linda
Chegou e sentou
Pensou um pouco e olhou para fora
Chorou...
Perdeu as esperanças e então dançou
Quis chamar a atenção, mas estava sozinha
Quis ser vista, mas não havia luz em casa
A água cortou, os cômodos estavam juntos e os sonhos sem asa.
Lyna Linda chorou!
Arrumando o cabelo, sentiu a cicatriz na testa
Lembrou de um amor e então desabou
Recorreu ao telefone, e esse mudo ficou.
Lyna Linda então correu, olhou para o céu e uma prece fez.
Sentiu os pés desgrudarem do chão e então soube, chegara sua vez.
Pensou um pouco e olhou para fora
Chorou...
Perdeu as esperanças e então dançou
Quis chamar a atenção, mas estava sozinha
Quis ser vista, mas não havia luz em casa
A água cortou, os cômodos estavam juntos e os sonhos sem asa.
Lyna Linda chorou!
Arrumando o cabelo, sentiu a cicatriz na testa
Lembrou de um amor e então desabou
Recorreu ao telefone, e esse mudo ficou.
Lyna Linda então correu, olhou para o céu e uma prece fez.
Sentiu os pés desgrudarem do chão e então soube, chegara sua vez.
20 de julho de 2010
Casamento
E então saíram de perto dos flashes e decidiram sentar para conversar.A presença já não animava mais,o perfume já estava fraco e o calor estava ficando cada vez mais frio e sem emoção.Decidiram responder a todas aquelas perguntas juntos com sinceridade,mesmo que aquilo custasse a semana seguinte,a semana do casamento!
Adiaram tanto ter essa conversa que pareciam estranhos se olhando.Ela,que estava bem trajada e maquiada,deixou algumas lágrimas escaparem como se soubesse o que viria a seguir.Ele,certificou-se apenas de segurar a mão dela,mas não quis se aproximar muito.Ficou claro dês do início toda a intenção dos dois.Se ela chorava,e esse ele mantinha a distância,era apenas por comodidade.Ali estava mais frio do que nunca...
Entreolharam-se e então a mais temida da pergunta surgiu: "Vocês realmente acham que esse casamento vai durar?” Ele não respondeu.Ajeitou a gravata e levantou-se.Ela,por sua vez,não se importou com os borrões da maquiagem,continuou sentada,inflou o peito e então disse:
-Não me importo quanto tempo esse casamento durará.Digo por mim quando penso estar vivendo um conto de fadas,um sonho!Infelizmente,não posso controlar a tudo,nem saber se ele sonha como eu.Pretendo continuar dormindo.Sonhando com meu casamento e as coisas futuras.Se um dia então acordar,ele saberá,e então não se incomodará se eu não quiser mais dormir ao seu lado.
A sala ficou nublada de vez.Esfriou mais ainda,mas a compostura dela estava melhor,mais forte.Ela dissera a tudo aquilo com certeza e firmeza.Por mais que sentisse amor,talvez desse razão a quem diz que nada dura para sempre.Sentia medo,mas as coisas tendem a ficarem mais tranquilas quando se sonha.Pudera eu nunca vê-la acordar...
Adiaram tanto ter essa conversa que pareciam estranhos se olhando.Ela,que estava bem trajada e maquiada,deixou algumas lágrimas escaparem como se soubesse o que viria a seguir.Ele,certificou-se apenas de segurar a mão dela,mas não quis se aproximar muito.Ficou claro dês do início toda a intenção dos dois.Se ela chorava,e esse ele mantinha a distância,era apenas por comodidade.Ali estava mais frio do que nunca...
Entreolharam-se e então a mais temida da pergunta surgiu: "Vocês realmente acham que esse casamento vai durar?” Ele não respondeu.Ajeitou a gravata e levantou-se.Ela,por sua vez,não se importou com os borrões da maquiagem,continuou sentada,inflou o peito e então disse:
-Não me importo quanto tempo esse casamento durará.Digo por mim quando penso estar vivendo um conto de fadas,um sonho!Infelizmente,não posso controlar a tudo,nem saber se ele sonha como eu.Pretendo continuar dormindo.Sonhando com meu casamento e as coisas futuras.Se um dia então acordar,ele saberá,e então não se incomodará se eu não quiser mais dormir ao seu lado.
A sala ficou nublada de vez.Esfriou mais ainda,mas a compostura dela estava melhor,mais forte.Ela dissera a tudo aquilo com certeza e firmeza.Por mais que sentisse amor,talvez desse razão a quem diz que nada dura para sempre.Sentia medo,mas as coisas tendem a ficarem mais tranquilas quando se sonha.Pudera eu nunca vê-la acordar...
19 de julho de 2010
Sobre o final de semana
Ah,o final de semana foi cheio de nostalgia e reflexões.
Receber a Fê aqui em casa,só tendo nós duas para conversar,me fez lembrar de várias coisas gostosas que me aconteceram lá no auge da minha adolescência.No Rui,claro!
Lá,andar com as populares era o top,conhecer todo mundo,conversar com todo mundo e não ter rixa com ninguém era o paraíso,sério.Eu aprendi muito nessa fase,tanto dentro quanto fora da escola eu me reinventei de uma maneira bem legal.Eu finalmente descobri que esse lance de pentear cabelo não era comigo.Aí comecei a secar o cabelo e descobri que eu preferia gastar 1hr a cada dois dias,do que 30min. todo dia quando fosse sair.Aprendi que não é legal se apaixonar por um gay,principalmente se ele é daqueles que todo mundo quer e raramente sobra uma lasquinha pra você.(Não acredite se ele te pedir em casamento!)Tomei o maior porre da minha vida,e realmente não lembro como cheguei em casa naquele dia...Conheci pessoas boas e más,tive experiências novas e até beijei algumas meninas...
No Rui,eu aprendi que ser você mesma,mesmo que você seja a palhacinha da turma não tem problema.Aprendi a não confiar em todo mundo,principalmente naqueles que pegavam minhas borrachas e sumiam com elas.Aprendi,já no ultimo ano lá,que aparência não é tudo,e que ligar para o que os "populares" ligam te leva a gravidez!
Mas ai,voltando a Fê ,nós não éramos amigas nessa fase,mas nos conhecemos no Andronico e já tínhamos algumas coisas em comum,como a escola de antes e gostos musicais muito parecidos.Lembro que a gente escutava música no MP3 dela no 1º ano...
Bom,de lá pra cá,eu larguei realmente quem eu era lá no Jr.School e aprendi a não me reinventar,ser eu mesma,ser autentica mesmo que isso custe uma sinceridade aqui ou ali,um sorriso ou não.Perdi muita gente no meio desse caminho todo,mas percebi que elas não queriam mais ficar do meu lado nem eu do delas.Foi melhor assim.
Enfim,o final de semana,por mais mal humorada que eu estivesse domingo,me fez fechar os olhinhos e agradecer o namorado bom que eu tenho,e as amigas que são poucas,mas que me entendem e me apoiam quando não estão ariscas.Brincadeira!
Se algum dia vocês encontrarem meu blog,saibam que eu amo muito vocês,e que me sinto feliz por não ser mais o centro das atenções,nem querer ter peitos grandes como os da Naty Festa...Obrigada Fê por ter me dado um sábado ma-ra-vi-lho-so!
Receber a Fê aqui em casa,só tendo nós duas para conversar,me fez lembrar de várias coisas gostosas que me aconteceram lá no auge da minha adolescência.No Rui,claro!
Lá,andar com as populares era o top,conhecer todo mundo,conversar com todo mundo e não ter rixa com ninguém era o paraíso,sério.Eu aprendi muito nessa fase,tanto dentro quanto fora da escola eu me reinventei de uma maneira bem legal.Eu finalmente descobri que esse lance de pentear cabelo não era comigo.Aí comecei a secar o cabelo e descobri que eu preferia gastar 1hr a cada dois dias,do que 30min. todo dia quando fosse sair.Aprendi que não é legal se apaixonar por um gay,principalmente se ele é daqueles que todo mundo quer e raramente sobra uma lasquinha pra você.(Não acredite se ele te pedir em casamento!)Tomei o maior porre da minha vida,e realmente não lembro como cheguei em casa naquele dia...Conheci pessoas boas e más,tive experiências novas e até beijei algumas meninas...
No Rui,eu aprendi que ser você mesma,mesmo que você seja a palhacinha da turma não tem problema.Aprendi a não confiar em todo mundo,principalmente naqueles que pegavam minhas borrachas e sumiam com elas.Aprendi,já no ultimo ano lá,que aparência não é tudo,e que ligar para o que os "populares" ligam te leva a gravidez!
Mas ai,voltando a Fê ,nós não éramos amigas nessa fase,mas nos conhecemos no Andronico e já tínhamos algumas coisas em comum,como a escola de antes e gostos musicais muito parecidos.Lembro que a gente escutava música no MP3 dela no 1º ano...
Bom,de lá pra cá,eu larguei realmente quem eu era lá no Jr.School e aprendi a não me reinventar,ser eu mesma,ser autentica mesmo que isso custe uma sinceridade aqui ou ali,um sorriso ou não.Perdi muita gente no meio desse caminho todo,mas percebi que elas não queriam mais ficar do meu lado nem eu do delas.Foi melhor assim.
Enfim,o final de semana,por mais mal humorada que eu estivesse domingo,me fez fechar os olhinhos e agradecer o namorado bom que eu tenho,e as amigas que são poucas,mas que me entendem e me apoiam quando não estão ariscas.Brincadeira!
Se algum dia vocês encontrarem meu blog,saibam que eu amo muito vocês,e que me sinto feliz por não ser mais o centro das atenções,nem querer ter peitos grandes como os da Naty Festa...Obrigada Fê por ter me dado um sábado ma-ra-vi-lho-so!
15 de julho de 2010
Laís
Laís é mais uma daquelas menininhas que se acham espertas demais para estarem no lugar pequeno e insignificante de uma cidade no interior.Seus sonhos eram grandes demais para caberem num pequeno livrinho com capa encapada com papel camurça onde ela escrevia todos seus sonhos,suas promessas e vinganças.E porque não?A garota se vinga bem quando queria.Cultiva um mal medonho que quando vem à tona devastava todas as almas que estiver ao seu redor,até as mais amigas.
Laís era baixinha.Tinha cerca de 1,65 de altura e muitos quilos distribuídos redondamente entre seus braços,pernas e rosto.Rosto esse que lhe dava um ar muito jovial e meigo,mesmo que já tivesse onze anos,e fosse mais perversa do que uma cascavel.Seus cabelos eram de um laranja estranho,mas bonito à luz do sol.Seus olhos de um amendoado lindo e profundo,sua boca levemente desenhada como a de uma boneca falante.Laís era uma garota simpática e bonitinha de se ver,mas era apenas aquela garotinha do 5°ano do fundamental que todos olham e acham legal e engraçada.
Ninguém,de fato parecia com Laís.Nem de longe nem de perto.É claro que a essa altura,você já deve estar imaginando que ela não tinha muitos amigos,e que era o ponto de chacota da escola toda,e você tem razão.Laís não tinha amigos algum,nem mesmo sua irmã Débora dava a atenção que uma irmã deveria dar...
Os dias para ela passavam como chuvas intensas onde vez por vez,pedacinhos seus eram deixados pelas ruas e pelas cidades.Pedaços mal ditos proferidos por aqueles que seriam seus amigos,se vários fatores em seu ser,tanto externo quanto interno fossem diferentes...
Não mencionarei aqui,o dia de aniversário,nem os fatores astrológicos que talvez tenham levado Laís a cometer certos delitos.Digo somente que por mais que sua aparência não fosse nada "padrão",ela não colaborava com seu gênio,nem com um pequeno sorrisinho no canto da boca.
Não sorria,não falava,não era legal,nem deixava que ninguém se aproximasse dela.As pessoas para ela,eram como espinhos de pé de mamão.Ela preferia ser a flor,e deixar com que seu umbigo fizesse o resto para si.
Vez ou outra,era possível vê-la sorrir e dançar.Conversar com algumas pessoas úteis e se maquiar.Laís era perversa,não queria mencionar isso,mas será preciso que vocês saibam.Seu ego e sua insensatez fazem com que ela sente em seu colo e lhe chupe a alma.Mesmo que por segundos de olhares e conversas agradáveis.Eu já experimentei seu mel...Já a vi aplicando seu golpe.Já fiz parte de seu teatro de marionetes e confesso a todos que de certa forma já cheguei invejar seu jeito de conseguir as coisas fáceis.Já quis ter muitas coisas e pessoas ao meu redor como ela tinha,mas não tive.Tomei outro rumo na vida e hoje percebo que fiz a melhor escolha...
Outro dia,a vi sentada num bar tomando um drinque sozinha.Laís poderia ser o que fosse,não ter coração,nem ser a melhor pessoa que já conheci.Mas de certa forma,fico feliz em saber que seus números não são nada comparados a todas as companhias sinceras que eu tenho.
Laís era baixinha.Tinha cerca de 1,65 de altura e muitos quilos distribuídos redondamente entre seus braços,pernas e rosto.Rosto esse que lhe dava um ar muito jovial e meigo,mesmo que já tivesse onze anos,e fosse mais perversa do que uma cascavel.Seus cabelos eram de um laranja estranho,mas bonito à luz do sol.Seus olhos de um amendoado lindo e profundo,sua boca levemente desenhada como a de uma boneca falante.Laís era uma garota simpática e bonitinha de se ver,mas era apenas aquela garotinha do 5°ano do fundamental que todos olham e acham legal e engraçada.
Ninguém,de fato parecia com Laís.Nem de longe nem de perto.É claro que a essa altura,você já deve estar imaginando que ela não tinha muitos amigos,e que era o ponto de chacota da escola toda,e você tem razão.Laís não tinha amigos algum,nem mesmo sua irmã Débora dava a atenção que uma irmã deveria dar...
Os dias para ela passavam como chuvas intensas onde vez por vez,pedacinhos seus eram deixados pelas ruas e pelas cidades.Pedaços mal ditos proferidos por aqueles que seriam seus amigos,se vários fatores em seu ser,tanto externo quanto interno fossem diferentes...
Não mencionarei aqui,o dia de aniversário,nem os fatores astrológicos que talvez tenham levado Laís a cometer certos delitos.Digo somente que por mais que sua aparência não fosse nada "padrão",ela não colaborava com seu gênio,nem com um pequeno sorrisinho no canto da boca.
Não sorria,não falava,não era legal,nem deixava que ninguém se aproximasse dela.As pessoas para ela,eram como espinhos de pé de mamão.Ela preferia ser a flor,e deixar com que seu umbigo fizesse o resto para si.
Vez ou outra,era possível vê-la sorrir e dançar.Conversar com algumas pessoas úteis e se maquiar.Laís era perversa,não queria mencionar isso,mas será preciso que vocês saibam.Seu ego e sua insensatez fazem com que ela sente em seu colo e lhe chupe a alma.Mesmo que por segundos de olhares e conversas agradáveis.Eu já experimentei seu mel...Já a vi aplicando seu golpe.Já fiz parte de seu teatro de marionetes e confesso a todos que de certa forma já cheguei invejar seu jeito de conseguir as coisas fáceis.Já quis ter muitas coisas e pessoas ao meu redor como ela tinha,mas não tive.Tomei outro rumo na vida e hoje percebo que fiz a melhor escolha...
Outro dia,a vi sentada num bar tomando um drinque sozinha.Laís poderia ser o que fosse,não ter coração,nem ser a melhor pessoa que já conheci.Mas de certa forma,fico feliz em saber que seus números não são nada comparados a todas as companhias sinceras que eu tenho.
14 de julho de 2010
Um dia pra mim
Acordei nessa manhã,depois de um sonho ruim que tive,e resolvi mudar fazer certas coisas,dedicar algumas músicas a mim e queimar algumas cartas.
Sem remorso,e sem muito tumulto,tirei do armário uma caixa com cartas,bilhetes,fotos e alguns souvenirs que ganhei ao longo dos anos.Sentei na cama ainda quente e desarrumada,e tive todos os amores daquela pequena caixa guardada no armário.Não entendi muito o por quê resolvi guardar todas aquelas tralhas que hoje me dariam um bom dinheiro se virassem sucata...
No fundo da caixa,uma lista de pequenos romances e eternos fracassos que eu acumulei nessa vida.Não foram muitos os casos,mas digo com certeza que os amei intensamente,até que resolvi me amar mais do que eu deveria.Deixei para trás velhos sonhos,velhas manias e carinhos para viver uma vida única onde eu sempre saberia onde meu amor está,o que está fazendo e principalmente,onde eu fosse quem controla a situação,dia e noite,sem brigas e sem chiliquesinhos.Claro que às vezes as brigas são inevitáveis.Pequenos conflitos de ideias e crises de existência,mas nada que não seja resolvido com uma boa dose de mim.Sim!Depois de tanto experimentar,resolvi ficar sozinha comigo e manter uma relação saudável comigo mesma.Sem sofrimento,sem flores,sem ligações pela madrugada...Sem ninguém além de mim me esperando para jantar.Uma relação na qual nunca haverá um termino,nem pessoas magoadas de ambas as partes,me sinto bem sozinha,mesmo quando resolvo queimar certas cartas de amor...
Não,não sou do tipo que discuti com o espelho,que se manda flores,nem deixa recadinhos no travesseiro vazio.Sou equilibrada e de uma hora para outra,resolvi ficar comigo mesma,só para ver no que dava.Nada me machucaria mais do que o ultimo adeus que eu tive que dar.
Emanuel foi o melhor namorado que eu já tive em toda minha vida.Ele era carinhoso,me mimava e sempre fazia de tudo para se destacar no trabalho e entre todas as pessoas ao seu redor.Não tinha um ego grande não,apenas fazia bem feito e todos reparavam e gostavam do que ele tinha.Menos eu!Não sei porque era tão infeliz ao lado dele.Tinha de tudo que uma mulher poderia sonhar em um homem,em uma casa.Mas mesmo assim,não gostava da presença dele em meus livros,em minha cama,em mim.Me incomodava pensar nos anos a frente que ele estaria comigo sempre sorrindo e me achando linda e maravilhosa,mesmo nos dias de mal humor.
Ah Emanuel!Terminei com ele em plena seia de ano novo.Não tive peito para apontar qualquer defeito que ele poderia ter em relação a mim.Usei a desculpa mais fria e sai do restaurante.Disse a ele coisas do tipo "Não é você,claro que sou eu!","Eu resolvi mudar esse ano,quero inovar..."
Nunca vou esquecer daquele rosto branquinho levemente avermelhado com gotas de cristais caindo e lhe manchando a camisa.Sinto falta de reclamar de Emanuel e de pensar em como seria minha vida sem ele.Bem,se pudesse viver um dia de novo,viveria aquele mais chato ao lado dele e lhe daria valor.Afinal,acho que já estou enjoando de mim mesma,e Emanuel,bem era o melhor que um dia eu teria...
Sem remorso,e sem muito tumulto,tirei do armário uma caixa com cartas,bilhetes,fotos e alguns souvenirs que ganhei ao longo dos anos.Sentei na cama ainda quente e desarrumada,e tive todos os amores daquela pequena caixa guardada no armário.Não entendi muito o por quê resolvi guardar todas aquelas tralhas que hoje me dariam um bom dinheiro se virassem sucata...
No fundo da caixa,uma lista de pequenos romances e eternos fracassos que eu acumulei nessa vida.Não foram muitos os casos,mas digo com certeza que os amei intensamente,até que resolvi me amar mais do que eu deveria.Deixei para trás velhos sonhos,velhas manias e carinhos para viver uma vida única onde eu sempre saberia onde meu amor está,o que está fazendo e principalmente,onde eu fosse quem controla a situação,dia e noite,sem brigas e sem chiliquesinhos.Claro que às vezes as brigas são inevitáveis.Pequenos conflitos de ideias e crises de existência,mas nada que não seja resolvido com uma boa dose de mim.Sim!Depois de tanto experimentar,resolvi ficar sozinha comigo e manter uma relação saudável comigo mesma.Sem sofrimento,sem flores,sem ligações pela madrugada...Sem ninguém além de mim me esperando para jantar.Uma relação na qual nunca haverá um termino,nem pessoas magoadas de ambas as partes,me sinto bem sozinha,mesmo quando resolvo queimar certas cartas de amor...
Não,não sou do tipo que discuti com o espelho,que se manda flores,nem deixa recadinhos no travesseiro vazio.Sou equilibrada e de uma hora para outra,resolvi ficar comigo mesma,só para ver no que dava.Nada me machucaria mais do que o ultimo adeus que eu tive que dar.
Emanuel foi o melhor namorado que eu já tive em toda minha vida.Ele era carinhoso,me mimava e sempre fazia de tudo para se destacar no trabalho e entre todas as pessoas ao seu redor.Não tinha um ego grande não,apenas fazia bem feito e todos reparavam e gostavam do que ele tinha.Menos eu!Não sei porque era tão infeliz ao lado dele.Tinha de tudo que uma mulher poderia sonhar em um homem,em uma casa.Mas mesmo assim,não gostava da presença dele em meus livros,em minha cama,em mim.Me incomodava pensar nos anos a frente que ele estaria comigo sempre sorrindo e me achando linda e maravilhosa,mesmo nos dias de mal humor.
Ah Emanuel!Terminei com ele em plena seia de ano novo.Não tive peito para apontar qualquer defeito que ele poderia ter em relação a mim.Usei a desculpa mais fria e sai do restaurante.Disse a ele coisas do tipo "Não é você,claro que sou eu!","Eu resolvi mudar esse ano,quero inovar..."
Nunca vou esquecer daquele rosto branquinho levemente avermelhado com gotas de cristais caindo e lhe manchando a camisa.Sinto falta de reclamar de Emanuel e de pensar em como seria minha vida sem ele.Bem,se pudesse viver um dia de novo,viveria aquele mais chato ao lado dele e lhe daria valor.Afinal,acho que já estou enjoando de mim mesma,e Emanuel,bem era o melhor que um dia eu teria...
13 de julho de 2010
Da falta de música
Bem,ainda continuo fora de seus retratos e fantasias.
Não que eu não seja digna de estar ao seu lado bem trajada bebericando algum coquetel.Sou,mas por hora resolvi não ligar para o tal fotógrafo.
Pagarei eu mesma para que alguém tire fotografias minhas e de meus queridos,assim poderei ter a certeza,que de certa forma,você estará de fora,mesmo que por falta de opção.
Já havia lhe escrito uma carta como essa antes e confesso que não ter tido retorno algum seu fez com que minha cabeça perdesse o total controle e lhe escrevesse de novo.
Não estou em suas fotografias e em nenhum canto daquela espelunca que você tem como casa.Isso já não irá me machucar tanto quando eu não te ver em meus álbuns...
Ouvirei aquela nossa música da ultima dança e guardarei você com meu vestido azul de gala.Você sempre será lembrado por mim como alguém que deixou de ser importante e fazer a diferença.
Dançarei!E você terá meus passos nessa ultima carta que lhe escrevo.Um ultimo adeus,é tudo de que preciso.
Guarde bem essa carta junto com as tantas outras que um dia lhe escrevi.Você sentirá falta de saber notícias minhas,e então precisara dessa dança sem música.
Não que eu não seja digna de estar ao seu lado bem trajada bebericando algum coquetel.Sou,mas por hora resolvi não ligar para o tal fotógrafo.
Pagarei eu mesma para que alguém tire fotografias minhas e de meus queridos,assim poderei ter a certeza,que de certa forma,você estará de fora,mesmo que por falta de opção.
Já havia lhe escrito uma carta como essa antes e confesso que não ter tido retorno algum seu fez com que minha cabeça perdesse o total controle e lhe escrevesse de novo.
Não estou em suas fotografias e em nenhum canto daquela espelunca que você tem como casa.Isso já não irá me machucar tanto quando eu não te ver em meus álbuns...
Ouvirei aquela nossa música da ultima dança e guardarei você com meu vestido azul de gala.Você sempre será lembrado por mim como alguém que deixou de ser importante e fazer a diferença.
Dançarei!E você terá meus passos nessa ultima carta que lhe escrevo.Um ultimo adeus,é tudo de que preciso.
Guarde bem essa carta junto com as tantas outras que um dia lhe escrevi.Você sentirá falta de saber notícias minhas,e então precisara dessa dança sem música.
10 de julho de 2010
O depois.
Esqueci friamente de mencionar o rasgo no joelho que fiz ao sair do poço.Na hora nem senti direito a dor,só o sangue escorrendo e sujando minhas pernas e sapato.
Pareceu-me engraçado a forma como o sangue escorria e o machucado,que não era tão grande assim,mas que me fez deitar no chão e apreciar aquele rasgo.
Todo machucado dói muito,mas reparem que machucados especialmente em juntas dói mais,acho que é porque a pele é mais grossa,demora mais para rasgar,não sei.
Pensei também em como aquela feridinha ficaria dias depois.Aquela casca grossa e marrom que estancou o sangue,mas que ainda dói um pouco...Inevitável imaginar certas coisas caro leitor.Digo isso porque a noite depois que sai daquele poço foi a pior coisa que me aconteceu.Vi mais coisas do que gostaria e sentia cheiros e gosto.Terríveis!
O cheiro era de um cheiro doce e quase inexistente.Digo que aquele cheiro foi fruto de minha doce imaginação,que aquele doce é incapaz de existir.Se existir,digo que é a mistura de todos os açucares extremamentes doces e quentes.Dá nojo.
O gosto por sua vez era amargo e um pouco salgado.Salgado daqueles que aumenta a pressão mais equilibrada e normal.Não gostei.Cuspi lentamente e limpei a língua para ver se aquele gosto saia,mas a noite estava apenas começando.
Foram 10 horas de pura agitação em um corpo que mal conseguia se mexer.Pesadelos constantes e rostos insuportáveis invadiram meus sonhos enquanto eu tentava me livrar de tudo aquilo que era ruim dormindo.Sequestros,armas,pessoas mortas e alguém que amo muito.Rostos enjoativos e pequenos vícios que vinham em minha direção cumprindo seu doce papel de te tentar até você seda um pouquinho.
Doce vício esse!Fica ainda mais difícil para mim me ver livre,porque sinto ainda mais suas mãos em minhas canelas me puxando e esfregando seu produto em mim.Chego sentir nojo,mas o que fazer numa situação dessas?Lembro que no sonho chamei a polícia,mas aqui,no máximo me receitariam alguns remédios e alguns tratamentos com médicos especialistas.
Ora,quem diria?!
E então o dia seguinte.
Nariz livre e enorme,olhos pequenos e inchados,corpo pesado e sem nada dentro,cabeça alta com um tilindar constantes de pensamentos.Como se estivessem a muito tempo presos e do nada resolvessem se soltar,de uma vez.
Se é assim que as coisas acontecem,digo que isso é um porre,dos piores possíveis.
Sem bebidas e sem nada viciante nas mãos,resolvi que hoje abandonaria algumas coisas,começando pelo Livro de Outrora.
Sim,no sábado um novo recomeço.Que o poço permanessa no mesmo lugar,um dia eu posso precisar voltar e,quem sabe,deixar para trás certas coisas.
Pareceu-me engraçado a forma como o sangue escorria e o machucado,que não era tão grande assim,mas que me fez deitar no chão e apreciar aquele rasgo.
Todo machucado dói muito,mas reparem que machucados especialmente em juntas dói mais,acho que é porque a pele é mais grossa,demora mais para rasgar,não sei.
Pensei também em como aquela feridinha ficaria dias depois.Aquela casca grossa e marrom que estancou o sangue,mas que ainda dói um pouco...Inevitável imaginar certas coisas caro leitor.Digo isso porque a noite depois que sai daquele poço foi a pior coisa que me aconteceu.Vi mais coisas do que gostaria e sentia cheiros e gosto.Terríveis!
O cheiro era de um cheiro doce e quase inexistente.Digo que aquele cheiro foi fruto de minha doce imaginação,que aquele doce é incapaz de existir.Se existir,digo que é a mistura de todos os açucares extremamentes doces e quentes.Dá nojo.
O gosto por sua vez era amargo e um pouco salgado.Salgado daqueles que aumenta a pressão mais equilibrada e normal.Não gostei.Cuspi lentamente e limpei a língua para ver se aquele gosto saia,mas a noite estava apenas começando.
Foram 10 horas de pura agitação em um corpo que mal conseguia se mexer.Pesadelos constantes e rostos insuportáveis invadiram meus sonhos enquanto eu tentava me livrar de tudo aquilo que era ruim dormindo.Sequestros,armas,pessoas mortas e alguém que amo muito.Rostos enjoativos e pequenos vícios que vinham em minha direção cumprindo seu doce papel de te tentar até você seda um pouquinho.
Doce vício esse!Fica ainda mais difícil para mim me ver livre,porque sinto ainda mais suas mãos em minhas canelas me puxando e esfregando seu produto em mim.Chego sentir nojo,mas o que fazer numa situação dessas?Lembro que no sonho chamei a polícia,mas aqui,no máximo me receitariam alguns remédios e alguns tratamentos com médicos especialistas.
Ora,quem diria?!
E então o dia seguinte.
Nariz livre e enorme,olhos pequenos e inchados,corpo pesado e sem nada dentro,cabeça alta com um tilindar constantes de pensamentos.Como se estivessem a muito tempo presos e do nada resolvessem se soltar,de uma vez.
Se é assim que as coisas acontecem,digo que isso é um porre,dos piores possíveis.
Sem bebidas e sem nada viciante nas mãos,resolvi que hoje abandonaria algumas coisas,começando pelo Livro de Outrora.
Sim,no sábado um novo recomeço.Que o poço permanessa no mesmo lugar,um dia eu posso precisar voltar e,quem sabe,deixar para trás certas coisas.
9 de julho de 2010
O Poço
Memórias são como pequenos fios mal conectados.Daqueles que uma hora resolvem funcionar,mas na outra param de vez.Minhas memórias são assim,me pegam desprevenida e quando eu não quero,elas resolvem juntar os fiozinhos e me lembrarem de algo que eu já achava ter esquecido.Acho que isso acontece com frequência porque algo em mim faz com que esses fiozinhos ao invés de desconectados,se conectem cada vem mais,puxando energia de qualquer coisa para funcionar.
É assim;É mais ou menos como um tiro que passa de raspão.Uma imagem,um cheiro ou um simples pedaço de papel comum é capaz de me levar à loucura com essa tal de memória.São cheiros,pequenos gestos e defeitos que eu havia jurado deixar para trás e nunca mais ligar para eles.Mas não adianta,eles voltam assim,como quem não quer nada.
Hoje o tiro acertou em cheio toda a defesa passageira que eu também achei ter.Tinha plena certeza que estava tudo sobre controle,até olhar os papéis,sentir os cheiros,ver os rostos e jogar ao vento todas as juras que um dia eu havia feito a mim mesma.
Foi ai então que o nexo nenhum e os mesmos erros começaram a vir à tona.
Já não distinguia o certo e o errado,a realidade do que era a merda de uma lembrança.Caminhei durante horas debatendo comigo mesma o que deveria e poderia estar acontecendo.
Uma memória concreta!
Vi diante de mim um poço daqueles tradicionais e nada comuns na cidade grande.Sem balde,sem água e com muitas lascas de pé na borda.Olhei fundo e me deparei com uma pequena luzinha que brilhava no fundo do poço.Desci lentamente pela corda frágil,rezando para que a mesma não rompesse até que eu chegasse lá,onde quer que fosse.Desci e encontrei um baú onde vi milhares de imagens,sons e objetos familiares.Estavam ali todas as coisas que eu já me lembrei e já me esqueci ao longo dessa vida.
Havia claro,muitas fotos e coisas que eu não precisava ver nem sentir.Mas do lado,algo que realmente importava me chamou a atenção.Era um bilhete que me dizia o que fazer dali pra frente.Se eu quisesse,claro.
"Não foi fácil reunir aqui tudo que pertence à você!
Pensei que fosse levar mais que o tempo necessário para que você achasse seus pertences e desse um jeito em tudo isso.O baú é seu,e assim como as coisas você pode decidir o que fazer com elas.
Abraços, EU"
Olhei a minha volta e nada mais além do que algumas vozes insuportáveis e rostinhos caricatos.Peguei meu baú e tentei sair dali com todas as coisas que eu tinha.Enfim um bom lugar para acessar esses arquivos e mantê-los longe da minha cabeça...
Tentei subir de volta,mas o peso era demais para a corda.Pensei estrategicamente no que deveria fazer com tudo aquilo e uma lembrança oportuna sussurrou o que eu deveria de fato fazer;me livrar de tudo aquilo.
A ideia foi tentadora e um pouco velha.Não digo que sempre senti vontade de me livrar de algumas coisas a mais,mas pensei que tudo aquilo fazia parte de mim,e que então eu tinha que carregar tudo comigo,até o fim!
Fechei o baú deixando minhas coisas para trás e subi pela corda gasta.O tempo suficiente para que ela me trouxesse ao topo e caísse ao lado do baú.Acho que depois disso ainda ouvi algumas vozes e risinhos vindo de baixo,não sei ao certo.
Olhei a minha volta e tudo parecia fazer o sentido mais incorreto.Pensei em uma saída e até duas,mas nada fiz.Olhando para trás,o velho poço amigo que tocou na minha ferida de lembranças.Não sei o que sentir e como reagir.Não sei se pretendo voltar de novo e esperar o próximo tiro disparado.
Talvez eu fuja do alvo,ou caia no poço de vez.
É assim;É mais ou menos como um tiro que passa de raspão.Uma imagem,um cheiro ou um simples pedaço de papel comum é capaz de me levar à loucura com essa tal de memória.São cheiros,pequenos gestos e defeitos que eu havia jurado deixar para trás e nunca mais ligar para eles.Mas não adianta,eles voltam assim,como quem não quer nada.
Hoje o tiro acertou em cheio toda a defesa passageira que eu também achei ter.Tinha plena certeza que estava tudo sobre controle,até olhar os papéis,sentir os cheiros,ver os rostos e jogar ao vento todas as juras que um dia eu havia feito a mim mesma.
Foi ai então que o nexo nenhum e os mesmos erros começaram a vir à tona.
Já não distinguia o certo e o errado,a realidade do que era a merda de uma lembrança.Caminhei durante horas debatendo comigo mesma o que deveria e poderia estar acontecendo.
Uma memória concreta!
Vi diante de mim um poço daqueles tradicionais e nada comuns na cidade grande.Sem balde,sem água e com muitas lascas de pé na borda.Olhei fundo e me deparei com uma pequena luzinha que brilhava no fundo do poço.Desci lentamente pela corda frágil,rezando para que a mesma não rompesse até que eu chegasse lá,onde quer que fosse.Desci e encontrei um baú onde vi milhares de imagens,sons e objetos familiares.Estavam ali todas as coisas que eu já me lembrei e já me esqueci ao longo dessa vida.
Havia claro,muitas fotos e coisas que eu não precisava ver nem sentir.Mas do lado,algo que realmente importava me chamou a atenção.Era um bilhete que me dizia o que fazer dali pra frente.Se eu quisesse,claro.
"Não foi fácil reunir aqui tudo que pertence à você!
Pensei que fosse levar mais que o tempo necessário para que você achasse seus pertences e desse um jeito em tudo isso.O baú é seu,e assim como as coisas você pode decidir o que fazer com elas.
Abraços, EU"
Olhei a minha volta e nada mais além do que algumas vozes insuportáveis e rostinhos caricatos.Peguei meu baú e tentei sair dali com todas as coisas que eu tinha.Enfim um bom lugar para acessar esses arquivos e mantê-los longe da minha cabeça...
Tentei subir de volta,mas o peso era demais para a corda.Pensei estrategicamente no que deveria fazer com tudo aquilo e uma lembrança oportuna sussurrou o que eu deveria de fato fazer;me livrar de tudo aquilo.
A ideia foi tentadora e um pouco velha.Não digo que sempre senti vontade de me livrar de algumas coisas a mais,mas pensei que tudo aquilo fazia parte de mim,e que então eu tinha que carregar tudo comigo,até o fim!
Fechei o baú deixando minhas coisas para trás e subi pela corda gasta.O tempo suficiente para que ela me trouxesse ao topo e caísse ao lado do baú.Acho que depois disso ainda ouvi algumas vozes e risinhos vindo de baixo,não sei ao certo.
Olhei a minha volta e tudo parecia fazer o sentido mais incorreto.Pensei em uma saída e até duas,mas nada fiz.Olhando para trás,o velho poço amigo que tocou na minha ferida de lembranças.Não sei o que sentir e como reagir.Não sei se pretendo voltar de novo e esperar o próximo tiro disparado.
Talvez eu fuja do alvo,ou caia no poço de vez.
7 de julho de 2010
Meu namorado

É,meu namorado.
Estou te escrevendo hoje porque tive um dia daqueles com você.Nada muito especial e com estripulias,mas o suficiente pra eu ter aquela certezinha sabe?
Mú,se eu te disser mais uma vez que você é o meu melhor,que eu te amo e que você é bem mais que um namorado,você ficaria enjoado e achando que eu não tenho muita criatividade.Tá,não sou esse exemplo de pessoa legal e criativa,mas aqui vão algumas coisas que pra mim,definem você do jeitinho que você é.
Você é alto.Bem mais alto que eu!Costumo dizer que você tem uma cabeça e um corpo a mais de altura,mas não importa.Sua pele é branquinha e sempre fica marcada quando eu te mordo,bate ou belisco...Seus olhos verdes com pintinhas amarelas te entregam em todo e qualquer momento.Seu cabelo LOIRO,sua barba ruiva,sua cinturinha,seu bumbum redondinho,suas pintinhas nas costas e suas mãos grandes e frias!Seus cheiros quentes e únicos,suas roupas,seu corpo sem roupas (hehe),você por inteiro é a coisinha mais linda e mais graciosa que eu já toquei e já senti em toda a minha vida.
Seu exterior é lindo,perfeito!Daqueles que mesmo de mãos dadas comigo ainda atraem olhares e certas cretinices por onde passamos.Às vezes me questiono o porquê que elas/eles te olham tanto...
Mas tem também o seu interior,que é lindo também e que vale muito mais que todas essas suas qualidades externas.Você é generoso.É daqueles que mesmo tomando sempre está lá e faz.Você fica quieto às vezes e concorda mesmo quando quer falar um monte e mostrar sua razão.É também daqueles que tem defeitos,lógico.Você não é nada organizado,(tá até seria se algumas coisas fossem diferentes),é chato quando está com sono e mimadinho por demais quando quer.
Mas é você,inteiramente você!
Nós estamos a três anos e exatos seis meses juntos e as coisas ainda tem cheirinho de novo e algumas coisas ainda funcionam como antes,mas com a malícia e o jeitinho que nós adquirimos ao longo desse tempo.
Você me completa!É daqueles que mima,que briga,que se preocupa e que sempre está ali por mim.Eu amo você por todas as coisas que você é,até as que eu acho que posso mudar em você.
Você ainda é meu Musinho da escola que conta a mesma história chata o tempo todo,é meu Mú nas horas mais difíceis como aquelas que de madrugada eu preciso simplesmente ligar pra você e falar qualquer coisa! Você me entende e me ajuda mesmo quando me faz entender que não entendeu nada.Você é ciumento demais e prestativo,você me acalma quando eu estou irritadinha porque me acordaram,ou porque tal coisa aconteceu.
Você é minha família toda!A figura de um homem perfeito que tanto eu,quanto a Bell sempre quisermos ter.Poxa Mú,você é tão completo e perfeito!Digo até hoje que me arrependeria até o fim se não tivesse ficado com você!
Você é demais,é meu namoradão!E mesmo que ainda role aquele pessoal que é super do contra,eu sei que dá pra superar essas coisas com bom humor e jogo de cintura.
Enfim!Obrigada por tudo que você é pra mim!Dês dos defeitos,até as qualidades e aos cabelos loiros e lisos que você tem.
Te amo muito meu lobinho loirinho sensual rapper sarado de pernas grossas nariz grande e boca fininha e rosada.Você é tudo pra mim.Começou no dia 28 de dezembro de 2006 e vai durar até.
Te amo muito!
6 de julho de 2010
Não a verdade,mas sem mentiras.
Acordei completamente virada na cama.Estava ainda sob o efeito do sono,mas me lembro que meu corpo não doía mais e a cabeça parecia leve,de uma leveza chata e sem tamanho.Não sei explicar a gravidade das coisas,mas me senti perturbada e com medo.
Acabara de ter um sonho ruim e precisava conversar com alguém,por isso te liguei.
Chamou três vezes e então sua voz do outro lado,calma e serena,diferente de tudo que eu estava,me mostrou que eu estava sonhando ainda.
Queria acordar!
Quis te contar o que estava acontecendo,e pedir sua ajuda mas não consegui,então comecei a contar mentiras,daquelas que tem cheiro de podridão e de medo.
Uma mentira...
Corri disso o sonho todo.Sentia cheiro de mentiras mal feitas o caminho todo.Senti nojo de mim mesma entre os grandes,entre quem não sabia fazer o que estava fazendo.
E então caí numa sala com os demais.Uma pequena competição sobre um calendário.Que coisa mais idiota...
Mas ainda sentia o cheiro.A mentira!
O cheiro era insuportavelmente perceptível ao nariz mais sensível.Qualquer um que realmente quisesse,o sentia de longe,sem precisar de muita força.
Eu estava na sala com os escura.Haviam duas moças desonestas,um imaginário e eu,querendo terminar logo minha tarefa e deixar de estar ali.Não consegui,de fato.
Virei as costas e lá estavam os três a me olhar saindo.Me agarraram como quem quisesse descobrir alguma coisa.
Eu menti.Cuspi para o alto e vi meu prato sendo quebrado.Eu era mais uma deles agora.Algo que eu sempre abominei em toda minha vida.Tinha que ser um sonho,não era possível...
Acordei de verdade.Não estou mais sonhando e tenho minhas provas.Mas ainda sinto cheiro de mentira,de hipocrisia a minha volta.
Será que são vestígios de um sonho ruim,ou as coisas realmente saíram do controle?
Acabara de ter um sonho ruim e precisava conversar com alguém,por isso te liguei.
Chamou três vezes e então sua voz do outro lado,calma e serena,diferente de tudo que eu estava,me mostrou que eu estava sonhando ainda.
Queria acordar!
Quis te contar o que estava acontecendo,e pedir sua ajuda mas não consegui,então comecei a contar mentiras,daquelas que tem cheiro de podridão e de medo.
Uma mentira...
Corri disso o sonho todo.Sentia cheiro de mentiras mal feitas o caminho todo.Senti nojo de mim mesma entre os grandes,entre quem não sabia fazer o que estava fazendo.
E então caí numa sala com os demais.Uma pequena competição sobre um calendário.Que coisa mais idiota...
Mas ainda sentia o cheiro.A mentira!
O cheiro era insuportavelmente perceptível ao nariz mais sensível.Qualquer um que realmente quisesse,o sentia de longe,sem precisar de muita força.
Eu estava na sala com os escura.Haviam duas moças desonestas,um imaginário e eu,querendo terminar logo minha tarefa e deixar de estar ali.Não consegui,de fato.
Virei as costas e lá estavam os três a me olhar saindo.Me agarraram como quem quisesse descobrir alguma coisa.
Eu menti.Cuspi para o alto e vi meu prato sendo quebrado.Eu era mais uma deles agora.Algo que eu sempre abominei em toda minha vida.Tinha que ser um sonho,não era possível...
Acordei de verdade.Não estou mais sonhando e tenho minhas provas.Mas ainda sinto cheiro de mentira,de hipocrisia a minha volta.
Será que são vestígios de um sonho ruim,ou as coisas realmente saíram do controle?
3 de julho de 2010
Pequenos pedaços de Per-fei-ção!
"Que todos os dias morram com pequenos pedaços de perfeição"
O dia de hoje foi um pequeno pedacinho do que é a perfeição pra mim,do que é maravilhoso.
Não só pelo fato de tudo ter dado certo,mas por tudo que eu fiz,dês do momento que resolvi acordar e sorrir sabendo que hoje era sábado.
Eu vi meus amigos.Percebi que algumas coisas não duram para sempre,mas que podem ser intensas e maravilhosas enquanto durarem.
Percebi também,que mesmo depois de três anos e meio,sentir aquele friosinho na barriga de ver o Bem chegar é bom!Tem cheiro de início,de final de semana e de coisa certa.
Tem também aquela trufa de chocolate,a nota perfeita nas provas de inglês,as fotos,os amigos no carro,as conversas,os segredos,as confissões,o jogo de futebol/handebol/volei,o suorsinho,o cheiro de pele,os amigos e por fim a dorsinha no corpo que só mostra que o dia foi bom demais,foi perfeito!
É assim que eu me sinto,e defino a perfeição.Acho que se ela realmente existe,é a projeção de momentos assim,de fotografias que se tiram ao longo da vida com os olhos,que ninguém pode tirar de você,mesmo que os anos passem,e amanhã nada mais disso seja uma definição clara.Afinal,a perfeição vem em pequenos pedacinhos para que cada um a monte e a descreva do jeito que quiser.
O dia de hoje foi um pequeno pedacinho do que é a perfeição pra mim,do que é maravilhoso.
Não só pelo fato de tudo ter dado certo,mas por tudo que eu fiz,dês do momento que resolvi acordar e sorrir sabendo que hoje era sábado.
Eu vi meus amigos.Percebi que algumas coisas não duram para sempre,mas que podem ser intensas e maravilhosas enquanto durarem.
Percebi também,que mesmo depois de três anos e meio,sentir aquele friosinho na barriga de ver o Bem chegar é bom!Tem cheiro de início,de final de semana e de coisa certa.
Tem também aquela trufa de chocolate,a nota perfeita nas provas de inglês,as fotos,os amigos no carro,as conversas,os segredos,as confissões,o jogo de futebol/handebol/volei,o suorsinho,o cheiro de pele,os amigos e por fim a dorsinha no corpo que só mostra que o dia foi bom demais,foi perfeito!
É assim que eu me sinto,e defino a perfeição.Acho que se ela realmente existe,é a projeção de momentos assim,de fotografias que se tiram ao longo da vida com os olhos,que ninguém pode tirar de você,mesmo que os anos passem,e amanhã nada mais disso seja uma definição clara.Afinal,a perfeição vem em pequenos pedacinhos para que cada um a monte e a descreva do jeito que quiser.
Livro de Outrora
Um livro que me despertasse e me prendesse de forma fabulosa.Algo que saísse de mim e quisesse ficar presa ali,dentro daquele monte de linhas e folhas meio amareladas.
Confesso que foi muito mais que a vontade de ler que me fez procurar esse livro.Era uma ideia fixa na minha cabeça e eu não a tiraria por nada.Só a tinha adormecido para acalmar os ânimos por um tempo,só por um tempo.Nunca tiro nada da cabeça,e não perderia essa chance de ter um pedaço de alguém em mim,mesmo que fosse em um pequeno retângulo folhudo.
Procurei pela livraria.
Num jeito calma e distraido perguntei pelo tal e a mocinha me confirmou o preço e a existência dele.Ponto pra mim!
Ela deve ter notado certa agitação no meu modo de sair da loja,mas eu não olhei para trás.Só tive a certeza de que ela me olharia de jeito estranho,ou pelo menos era o que eu queria que acontecesse...
Andei depressa e parei no SEBO mais próximo dalí.Sorte a minha ser um lugar comum onde as pessoas vão e vem para procurar qualquer livro,até esse que eu tanto estimava...
Volto a dizer que o que me fez procurar tão vorazmente esse livro,não foi somente a vontade de ler nas férias e ocupar o tempo vago.Foi a ideia mesquinha e solitária de poder,do saber.Foi a curiosidade!Meu calcanhar,se é que vocês me entendem....
Procurei até encontrá-lo e então ele estava em minhas mãos.Não posso dizer que meus olhos brilharam de desejo,e que eu me senti vitoriosa.
Acho que a euforia acabou!Não toda,eu sei.Mas o suficiente para que eu te lesse inteirinha,me imaginasse nas cenas e intendesse de uma vez por todas o por quê de uma ninfeta.
O livro de outrora.Mais uma forma de poder e mais uma chance de descobrir cara Curiosinha.Só espero conseguir sair das 356 páginas e continuar sendo eu mesma,sem palavras,sem trejeitos e sem um "eu lírico" nos ombros.
Que eu comece e termine eu,sem me perder intensamente nela...
Boa leitura.
Confesso que foi muito mais que a vontade de ler que me fez procurar esse livro.Era uma ideia fixa na minha cabeça e eu não a tiraria por nada.Só a tinha adormecido para acalmar os ânimos por um tempo,só por um tempo.Nunca tiro nada da cabeça,e não perderia essa chance de ter um pedaço de alguém em mim,mesmo que fosse em um pequeno retângulo folhudo.
Procurei pela livraria.
Num jeito calma e distraido perguntei pelo tal e a mocinha me confirmou o preço e a existência dele.Ponto pra mim!
Ela deve ter notado certa agitação no meu modo de sair da loja,mas eu não olhei para trás.Só tive a certeza de que ela me olharia de jeito estranho,ou pelo menos era o que eu queria que acontecesse...
Andei depressa e parei no SEBO mais próximo dalí.Sorte a minha ser um lugar comum onde as pessoas vão e vem para procurar qualquer livro,até esse que eu tanto estimava...
Volto a dizer que o que me fez procurar tão vorazmente esse livro,não foi somente a vontade de ler nas férias e ocupar o tempo vago.Foi a ideia mesquinha e solitária de poder,do saber.Foi a curiosidade!Meu calcanhar,se é que vocês me entendem....
Procurei até encontrá-lo e então ele estava em minhas mãos.Não posso dizer que meus olhos brilharam de desejo,e que eu me senti vitoriosa.
Acho que a euforia acabou!Não toda,eu sei.Mas o suficiente para que eu te lesse inteirinha,me imaginasse nas cenas e intendesse de uma vez por todas o por quê de uma ninfeta.
O livro de outrora.Mais uma forma de poder e mais uma chance de descobrir cara Curiosinha.Só espero conseguir sair das 356 páginas e continuar sendo eu mesma,sem palavras,sem trejeitos e sem um "eu lírico" nos ombros.
Que eu comece e termine eu,sem me perder intensamente nela...
Boa leitura.
1 de julho de 2010
Então tá,mais uma história!
E então João sozinho.
João sozinho esperando por cartas novas com lembranças de algum lugar
Lembranças que vem de casa,com cheiro da comida e um beijo da amada
Uma foto dos filhos quem sabe daquele bananal todo
Cartas a João.
Cartas que alguém deveria escrever
Para ver um sorriso nesse peão
Trás pra mim João
Mostra pra mim a novidade que aqui empregaram nesse lugar
Vem corre que o dia já vai clarear.
Deita João
Dorme João
O dia já vem chegando e você precisará de mais essa mão
Pra escapar de mim João,a Solidão.
João sozinho esperando por cartas novas com lembranças de algum lugar
Lembranças que vem de casa,com cheiro da comida e um beijo da amada
Uma foto dos filhos quem sabe daquele bananal todo
Cartas a João.
Cartas que alguém deveria escrever
Para ver um sorriso nesse peão
Trás pra mim João
Mostra pra mim a novidade que aqui empregaram nesse lugar
Vem corre que o dia já vai clarear.
Deita João
Dorme João
O dia já vem chegando e você precisará de mais essa mão
Pra escapar de mim João,a Solidão.
Era uma tarde de verão como outra qualquer.Eu estava em meu abtual local de trabalho,a loja de conveniencias do meu pai.Lugar o qual eu já odiava em outras estações do ano, e o calor insuportavel do verão só fazia com que eu odiasse ainda mais.Estava destraido e entediado.Afinal o movimento nessa época do ano não é tão bom assim.Quando de repente percebi quem acabara de entrar na loja.Fiquei totalmente impressionado e atordoado com a beleza do rapaz , ele era um daqueles garotos moderninhos que usa calça colada e acessorios maneiros.Um rapaz loiro dos olhos cor de mel,beleza a qual me fazia lembrar um anjo; Ele veio em minha direção e me fez uma pergunta que eu não ouvi direito ou não prestei a mínima atenção.
- Er...Hum.... Mals ae eu tava destradido...O que você disse mesmo?
O loiro misterioso refez a pergunta com um sorrisinho de canto:
- Você tem cartão de recarga para celular?
Totalmente desapontado respondi:
-Acabou!
o loirinho agora ainda mais sexy (como ele consegue?) agradeceu deu as costas e foi embora.Mas eu não poderia deixar aquele garoto escapar assim.Sem saber ao certo o que fazia fui em direção a porta aonde estava o gato dos meus sonhos.Mal sabia o que dizer então saiu a primeira coisa que me veio a cabeça:
-Tipo,você,ah, não queria sair comigo?É que...To meio entediado queria fazer algo e saio daqui à vinte minutos.Se você não tiver nada melhor pra fazer...
Ele me olhou nos olhos devsviando o olhar e em seguida:
- Só se me levar pra comer algo!Sou novo na cidade e estou morrendo de fome.Não conheço nada ainda.
-Okay fechado!De onde você veio mesmo?-Eu falei querendo puxar um tipo de assunto
-Do interior.Tipo meu pai me expulsou de casa por causa da minha opção sexual...
_______________
É,não fui eu,nem meu eu lírico que escreveu isso,acreditem!
Eu tenho aqui uma pasta com velhos textos,achei esse e resolvi postar.
O autor dessa maravilha é o Th!.Acho que faz mais ou menos uns três anos que ele me mandou isso...Lembrei de algumas histórias e talvez isso me sirva de inspiração para mais tarde,para um texto meu,só meu.
- Er...Hum.... Mals ae eu tava destradido...O que você disse mesmo?
O loiro misterioso refez a pergunta com um sorrisinho de canto:
- Você tem cartão de recarga para celular?
Totalmente desapontado respondi:
-Acabou!
o loirinho agora ainda mais sexy (como ele consegue?) agradeceu deu as costas e foi embora.Mas eu não poderia deixar aquele garoto escapar assim.Sem saber ao certo o que fazia fui em direção a porta aonde estava o gato dos meus sonhos.Mal sabia o que dizer então saiu a primeira coisa que me veio a cabeça:
-Tipo,você,ah, não queria sair comigo?É que...To meio entediado queria fazer algo e saio daqui à vinte minutos.Se você não tiver nada melhor pra fazer...
Ele me olhou nos olhos devsviando o olhar e em seguida:
- Só se me levar pra comer algo!Sou novo na cidade e estou morrendo de fome.Não conheço nada ainda.
-Okay fechado!De onde você veio mesmo?-Eu falei querendo puxar um tipo de assunto
-Do interior.Tipo meu pai me expulsou de casa por causa da minha opção sexual...
_______________
É,não fui eu,nem meu eu lírico que escreveu isso,acreditem!
Eu tenho aqui uma pasta com velhos textos,achei esse e resolvi postar.
O autor dessa maravilha é o Th!.Acho que faz mais ou menos uns três anos que ele me mandou isso...Lembrei de algumas histórias e talvez isso me sirva de inspiração para mais tarde,para um texto meu,só meu.
28 de junho de 2010
O Bocage
Não o poeta,o bar que existia ali.
Quem me conhece sabe que eu fui de passar boa parte da minha adolescência no Bocage.O Bar do Bocage,perto do HC.O Bar do Bocage era a perdição perfeita para se descobrir,ou continuar vagando por ai.
Eu fui daquelas que batia cartão,que aproveitava cada segundinho da noite e deixava um pouco de mim em casa,nas calçadas daquela rua,na saliva de outras bocas.
Deixava minha mãe preocupada em casa,e às vezes nem voltava para que ela pudesse me olhar e ver se eu estava bem.
Eu conheci tantas pessoas maravilhosas.Vi cada lugares,cada coisa acontecer a minha volta que não trocaria a experiência que vivi lá por nada nessa vida.
Eu bebi.
Eu beijei.
Eu conheci.
Eu fiquei bêbada de não sentir o chão debaixo dos pés e de não saber como chegar em casa.
Eu já corri de punck e vi paixõesinhas e muitos amigos meus se drogarem na minha frente e achar que estava tudo bem,tudo certo.
Eu vi o brilho que aquele bar GLS tinha.Vi meninas descobrindo o certo e o errado.Beijando meninas e meninos,separados e ao mesmo tempo.Vi minha melhor amiga me beijar e sentir meu gosto.Vivi!
Mas acabou.Tanto o bar quanto a vontade doida de estar por ai no sereno e ser dona da noite em São Paulo.Estou feliz sossegada em casa,mesmo que às vezes sinta falta do agito e das aventuras que eu tinha,passou no momento certo que tinha que passar.
Acho que é por isso que hoje em dia eu sou a pessoa que eu sou.Não acho certas coisas grandiosas demais porque já vivi isso,e digo que talvez seja uma fase,uma lição,algo que se você tem a oportunidade,você tem que passar para sentir e ver como é.
As noites no Bocage foram as melhores noites realmente vividas da minha vida.Mas acho que se hoje em dia,se o bar ainda existisse,eu não iria mais...
O Bocage foi uma boa história minha.Uma história cheia de pessoas e coisas diversas.
Hoje,não trocaria nada por aquele cheiro de pele única,nem aquela soneca da tarde por menta nenhuma,por beijos nenhum.
Adeus Bocage,que um dia você possa se reinventar em um outro lugar e dar as mesmas experiências boas e lindas que eu tive.
Quem me conhece sabe que eu fui de passar boa parte da minha adolescência no Bocage.O Bar do Bocage,perto do HC.O Bar do Bocage era a perdição perfeita para se descobrir,ou continuar vagando por ai.
Eu fui daquelas que batia cartão,que aproveitava cada segundinho da noite e deixava um pouco de mim em casa,nas calçadas daquela rua,na saliva de outras bocas.
Deixava minha mãe preocupada em casa,e às vezes nem voltava para que ela pudesse me olhar e ver se eu estava bem.
Eu conheci tantas pessoas maravilhosas.Vi cada lugares,cada coisa acontecer a minha volta que não trocaria a experiência que vivi lá por nada nessa vida.
Eu bebi.
Eu beijei.
Eu conheci.
Eu fiquei bêbada de não sentir o chão debaixo dos pés e de não saber como chegar em casa.
Eu já corri de punck e vi paixõesinhas e muitos amigos meus se drogarem na minha frente e achar que estava tudo bem,tudo certo.
Eu vi o brilho que aquele bar GLS tinha.Vi meninas descobrindo o certo e o errado.Beijando meninas e meninos,separados e ao mesmo tempo.Vi minha melhor amiga me beijar e sentir meu gosto.Vivi!
Mas acabou.Tanto o bar quanto a vontade doida de estar por ai no sereno e ser dona da noite em São Paulo.Estou feliz sossegada em casa,mesmo que às vezes sinta falta do agito e das aventuras que eu tinha,passou no momento certo que tinha que passar.
Acho que é por isso que hoje em dia eu sou a pessoa que eu sou.Não acho certas coisas grandiosas demais porque já vivi isso,e digo que talvez seja uma fase,uma lição,algo que se você tem a oportunidade,você tem que passar para sentir e ver como é.
As noites no Bocage foram as melhores noites realmente vividas da minha vida.Mas acho que se hoje em dia,se o bar ainda existisse,eu não iria mais...
O Bocage foi uma boa história minha.Uma história cheia de pessoas e coisas diversas.
Hoje,não trocaria nada por aquele cheiro de pele única,nem aquela soneca da tarde por menta nenhuma,por beijos nenhum.
Adeus Bocage,que um dia você possa se reinventar em um outro lugar e dar as mesmas experiências boas e lindas que eu tive.
...
E então sou eu diante de uma imagem no espelho.
Digo que sou temida,que posso mentir e ser fria quando quiser.
Posso ser amável de um doce enjoativo que causa cáries.
Posso ser de vento,te derrubar sem você perceber.
Ser de leão e te devorar.Ser de virgem e te conquistar,te querer.
Aquela,ou essa aqui.
A que você ouviu falar,a que você nem se quer lembra o nome.
A da revista,igual a modelo criticada.
Sou um cigarro de um viciado.
A bebida da abstinência.
A falta,a sorte e o desapego.
Uma rima e um calafrio.
Um shot e uma bala,doce ou metálica...
Letra de música inacabada.
Colchão na sala,cadeira no quarto.
Vi o fracasso e procurei ser a vingança.Fiquei parada e trombei com a sorte.
Você já me viu
Já me cheirou e deve ter um pedaço meu em teu canto secreto.
Não me revele.Não me guarde.
Me deixe livre e me terá de volta.
Veja,sou assim.
A combinação perfeita,o ombro.
A amizade e a decepção.
A cara no chão e pedaços de sorte que vem aos poucos.
Uma amiga,uma irmã e aquela prima de terceiro grau.
Um eu,várias de mim.
Eu deixo a cara,a sorte é toda sua!
E então sou eu diante de uma imagem no espelho.
Digo que sou temida,que posso mentir e ser fria quando quiser.
Posso ser amável de um doce enjoativo que causa cáries.
Posso ser de vento,te derrubar sem você perceber.
Ser de leão e te devorar.Ser de virgem e te conquistar,te querer.
Aquela,ou essa aqui.
A que você ouviu falar,a que você nem se quer lembra o nome.
A da revista,igual a modelo criticada.
Sou um cigarro de um viciado.
A bebida da abstinência.
A falta,a sorte e o desapego.
Uma rima e um calafrio.
Um shot e uma bala,doce ou metálica...
Letra de música inacabada.
Colchão na sala,cadeira no quarto.
Vi o fracasso e procurei ser a vingança.Fiquei parada e trombei com a sorte.
Você já me viu
Já me cheirou e deve ter um pedaço meu em teu canto secreto.
Não me revele.Não me guarde.
Me deixe livre e me terá de volta.
Veja,sou assim.
A combinação perfeita,o ombro.
A amizade e a decepção.
A cara no chão e pedaços de sorte que vem aos poucos.
Uma amiga,uma irmã e aquela prima de terceiro grau.
Um eu,várias de mim.
Eu deixo a cara,a sorte é toda sua!
27 de junho de 2010
A dança
Dançou comigo como quem se despede de alguém que não verá mais,nunca mais.
Se assim posso dizer,afirmo que ela me olhava firme nos olhos e dançava comigo melancolicamente todas as músicas,até as mais agitadas.
Era a menina dos meus olhos,sempre fora.Não passava de alguém da qual eu quis amar e dar carinho.Quis coloca-lá em um pedestal que não existe.Hoje,sinto algo inexistente por ela.
Talvez nos encontrássemos mais vezes num futuro próximo.
Talvez ela ainda caísse sobre meus ombros e quisesse permanecer ali,sem que ninguém pudesse ouvi-lá,ou simplesmente reparar na sua presença.
Eu tenho uma teoria sobre ela.Digo com toda a certeza do mundo que ela ainda quer chamar minha atenção.Quer me encantar com seu jogo de palavras bem colocadas e algum copo de qualquer coisa nas mãos.Uma bebida da qual eu não bebo,com um shot de palavras que não me encantam,não mais.
Digo ainda que creio em um aproximamento nosso.Parece bobagem mais ainda a vejo no cantinho quieta rezando e blasfemando meu nome.
Fez minha presença,me quis!
Também afirmo que podemos tentar de alguma maneira,uma relação que não seja das melhores pois gosto do jeitinho humilde em que ela habita meus sonhos e canta em minhas músicas.
Não sei,às vezes creio estar delirando,isso não faz sentido.
Mas acordei com alguns passos na cabeça,algumas coreografias de abraços que não saem da cabeça.
Um vício.
Meu vício!
Não o favorito de todos,mas aquele que me dá vontade de dançar...
Ela deve crer que não penso mais nela,e deve achar que esqueceu nossos passos.Engano seu,engano nosso!Ainda dançamos a mesma música dum disco riscado.Ainda usamos as mesmas roupas velhas e mofadas.Ainda nos queremos,ainda nos temos numa dança sem fim.
Se assim posso dizer,afirmo que ela me olhava firme nos olhos e dançava comigo melancolicamente todas as músicas,até as mais agitadas.
Era a menina dos meus olhos,sempre fora.Não passava de alguém da qual eu quis amar e dar carinho.Quis coloca-lá em um pedestal que não existe.Hoje,sinto algo inexistente por ela.
Talvez nos encontrássemos mais vezes num futuro próximo.
Talvez ela ainda caísse sobre meus ombros e quisesse permanecer ali,sem que ninguém pudesse ouvi-lá,ou simplesmente reparar na sua presença.
Eu tenho uma teoria sobre ela.Digo com toda a certeza do mundo que ela ainda quer chamar minha atenção.Quer me encantar com seu jogo de palavras bem colocadas e algum copo de qualquer coisa nas mãos.Uma bebida da qual eu não bebo,com um shot de palavras que não me encantam,não mais.
Digo ainda que creio em um aproximamento nosso.Parece bobagem mais ainda a vejo no cantinho quieta rezando e blasfemando meu nome.
Fez minha presença,me quis!
Também afirmo que podemos tentar de alguma maneira,uma relação que não seja das melhores pois gosto do jeitinho humilde em que ela habita meus sonhos e canta em minhas músicas.
Não sei,às vezes creio estar delirando,isso não faz sentido.
Mas acordei com alguns passos na cabeça,algumas coreografias de abraços que não saem da cabeça.
Um vício.
Meu vício!
Não o favorito de todos,mas aquele que me dá vontade de dançar...
Ela deve crer que não penso mais nela,e deve achar que esqueceu nossos passos.Engano seu,engano nosso!Ainda dançamos a mesma música dum disco riscado.Ainda usamos as mesmas roupas velhas e mofadas.Ainda nos queremos,ainda nos temos numa dança sem fim.
26 de junho de 2010
A Reza.
Reza baixinho...
Deixa tuas lágrimas caírem em meu rosto e esquece o que te disseram.
Fecha os olhos e acredita que isso vai mudar.Vai sim,eu estarei aqui.
Reza baixinho.
Não deixe que eles escutem seus planos e promessas.
Não deixem que vejam seus olhos aflitos tentando apagar um erro que não é seu.
Reza baixo,deixa que te vejam.
Sinta a força de suas palavras e caia fora daqui,fuja comigo.
Reza baixinho amor,reza por mim.
Tremo só de pensar nos males que a vida pode nos trazer.
Tenho medo que eles te levem e que nunca consigam crescer.
Reza.Reza baixinho e promete pra mim que isso ainda vai mudar.
Promete que ainda tem solução e que um dia as coisas serão caixotes em vez de armários.
Reza,que eu ando rezando muito sem deixar de acreditar.
Rezei por você e hoje rezo por eles.
Eu nunca vou te deixar!
Reza amor,não esquece!
Tem alguém te ouvindo,tem alguém te olhando tem alguém rezando,sem parar...
Deixa tuas lágrimas caírem em meu rosto e esquece o que te disseram.
Fecha os olhos e acredita que isso vai mudar.Vai sim,eu estarei aqui.
Reza baixinho.
Não deixe que eles escutem seus planos e promessas.
Não deixem que vejam seus olhos aflitos tentando apagar um erro que não é seu.
Reza baixo,deixa que te vejam.
Sinta a força de suas palavras e caia fora daqui,fuja comigo.
Reza baixinho amor,reza por mim.
Tremo só de pensar nos males que a vida pode nos trazer.
Tenho medo que eles te levem e que nunca consigam crescer.
Reza.Reza baixinho e promete pra mim que isso ainda vai mudar.
Promete que ainda tem solução e que um dia as coisas serão caixotes em vez de armários.
Reza,que eu ando rezando muito sem deixar de acreditar.
Rezei por você e hoje rezo por eles.
Eu nunca vou te deixar!
Reza amor,não esquece!
Tem alguém te ouvindo,tem alguém te olhando tem alguém rezando,sem parar...
25 de junho de 2010
Sexta na cesta.
"Hei,morreu aqui!"Disse um rapaz que saia correndo de um bar agitado.
Era sexta feira e diversas coisas aconteciam pela cidade enquanto eu vivia minha sexta-mundo.
Via carro,via pessoas,via bares lotados e alguns amantes redescobrindo o gosto de se andar por São Paulo numa sexta à noite.
Uma sexta-feira...
A maioria das coisas boas e maravilhosas aconteceram comigo em uma sexta.Acho que é por isso que eu não valorizo muito bem os outros dias da seamana.
Sexta é dia de ver o bem e fazer o mal.
É dia de ver os amigos e sair por ai sem destino marcado e acabar no mesmo lugar.
É dia de sorrir e esquecer das coisas desnecessárias.
É dia de rir e lembrar que a vida começou.
É dia de lembrar de velhas coisas e pensar em coisas novas para a próxima sexta.
É dia de viver,de celebrar!
E porque não?!É sexta-feira!
Era sexta feira e diversas coisas aconteciam pela cidade enquanto eu vivia minha sexta-mundo.
Via carro,via pessoas,via bares lotados e alguns amantes redescobrindo o gosto de se andar por São Paulo numa sexta à noite.
Uma sexta-feira...
A maioria das coisas boas e maravilhosas aconteceram comigo em uma sexta.Acho que é por isso que eu não valorizo muito bem os outros dias da seamana.
Sexta é dia de ver o bem e fazer o mal.
É dia de ver os amigos e sair por ai sem destino marcado e acabar no mesmo lugar.
É dia de sorrir e esquecer das coisas desnecessárias.
É dia de rir e lembrar que a vida começou.
É dia de lembrar de velhas coisas e pensar em coisas novas para a próxima sexta.
É dia de viver,de celebrar!
E porque não?!É sexta-feira!
24 de junho de 2010
Data de sexo marcado.
Motel.
Aguçou minhas vontade de entrar e ver como era.
Deu vontade de sentir o cheiro e torcer o nariz quando alguém me perguntasse se eu já havia estado lá.
Pensei nas várias histórias que ali ficaram.Nos cheiros,nos prazeres,nas mortes e nos nascimentos que ali ficaram.Senti nojo de pensar que alguém deitaria sobre meu gozo e minhas histórias.
Certas coisas não seriam apagadas com sabão e "bom ar"...
Então pensei nos novos.Naqueles que ninguém nunca havia ido e mesmo assim a ideia não foi embora.Podia ver meus olhos brilhantes pensando na aventura e nos segredos.Pensei que poderia deixar meu cheiro ali e fazer outra pessoa pensar da mesma forma que eu...
Bobagem!
Voltei para casa e sentei na velha cama onde tudo aconteceu.Vi nossas paredes,algumas fotos e cheiros diversos de um dois que era constante e único.
Nunca marcamos hora!
Nunca fizemos reservas e talvez isso seja um pouco de caretisse ou TOC da nossa parte.Mas não deixo de lembrar do inesperado...
Lembro daquele dia com o colchão na sala e tudo que podia dar errado.Daquele dia em que ao invés de fugirmos do fogo do prédio,incendiamos a escadaria.Lembro das visitas,dos sussurros debaixo dos outros narizes.Lembro que nós sempre temos vontade e um lugar.Mesmo que isso não seja exatamente o que queremos,e o necessário para durar muito,nunca marcamos horas,fumamos aquele cigarro ou dividimos a nossa história...
Aguçou minhas vontade de entrar e ver como era.
Deu vontade de sentir o cheiro e torcer o nariz quando alguém me perguntasse se eu já havia estado lá.
Pensei nas várias histórias que ali ficaram.Nos cheiros,nos prazeres,nas mortes e nos nascimentos que ali ficaram.Senti nojo de pensar que alguém deitaria sobre meu gozo e minhas histórias.
Certas coisas não seriam apagadas com sabão e "bom ar"...
Então pensei nos novos.Naqueles que ninguém nunca havia ido e mesmo assim a ideia não foi embora.Podia ver meus olhos brilhantes pensando na aventura e nos segredos.Pensei que poderia deixar meu cheiro ali e fazer outra pessoa pensar da mesma forma que eu...
Bobagem!
Voltei para casa e sentei na velha cama onde tudo aconteceu.Vi nossas paredes,algumas fotos e cheiros diversos de um dois que era constante e único.
Nunca marcamos hora!
Nunca fizemos reservas e talvez isso seja um pouco de caretisse ou TOC da nossa parte.Mas não deixo de lembrar do inesperado...
Lembro daquele dia com o colchão na sala e tudo que podia dar errado.Daquele dia em que ao invés de fugirmos do fogo do prédio,incendiamos a escadaria.Lembro das visitas,dos sussurros debaixo dos outros narizes.Lembro que nós sempre temos vontade e um lugar.Mesmo que isso não seja exatamente o que queremos,e o necessário para durar muito,nunca marcamos horas,fumamos aquele cigarro ou dividimos a nossa história...
23 de junho de 2010
Querida Yana
Já faz um tempo que não lhe escrevo.Acho que o tempo tirou minha habilidade na escrita e a motivação para os acontecimentos.
Nem sei por onde começo...
A vida aqui anda sem sentido e eu confesso que algumas lágrimas bobas estão caindo de meus olhos enquanto vou lembrando dos últimos acontecimentos.
Muitos foram os que partiram e eu continuei aqui a ver o sol se por em cada tarde vazia.Ainda não sei explicar de fato o que está me acontecendo,mas sinto que você me entenderia se pudesse olhar meus olhos.
Sinto que os vasos quebraram e a esperança toda se foi com a chuva de outrora.
Sinto falta dos momentos que tínhamos.Das risadas,dos prestigios e da glória infantil que era possível.
Acho que nunca mais lhe escreverei nada.Não sinto mais vontade,você sabe...
Beijos calorosos,saudades...
Nem sei por onde começo...
A vida aqui anda sem sentido e eu confesso que algumas lágrimas bobas estão caindo de meus olhos enquanto vou lembrando dos últimos acontecimentos.
Muitos foram os que partiram e eu continuei aqui a ver o sol se por em cada tarde vazia.Ainda não sei explicar de fato o que está me acontecendo,mas sinto que você me entenderia se pudesse olhar meus olhos.
Sinto que os vasos quebraram e a esperança toda se foi com a chuva de outrora.
Sinto falta dos momentos que tínhamos.Das risadas,dos prestigios e da glória infantil que era possível.
Acho que nunca mais lhe escreverei nada.Não sinto mais vontade,você sabe...
Beijos calorosos,saudades...
21 de junho de 2010
Travesseiro
Ouviu minhas preces e continuou preto.
Morto num lado da cama sem dizer nada debaixo da minha cabeça.
Sentia meu cheiro e o pesado de minhas lágrimas,mas nada fazia.
Me via chorar,me via rir.
Mas só sabia esperar por mim a noite.
Às vezes tinha peso de outras cabeças sobre seu corpo mole e moldável.
Estávamos tão acostumados um ao outro que era difícil ficarmos longe por muito tempo.
Éramos segredos.
Mais meus do que dele.
Ele era meus olhos,meus ouvidos e corpo quando me faltava o físico.
Acho que às vezes até prefiro um peito nú,ao invés de suas espumas.
Mas não posso negar!
Ele é meu amigo,nunca me abandonará.
E se um dia o fizer,ai sim saberei,
Estou sozinha...
Morto num lado da cama sem dizer nada debaixo da minha cabeça.
Sentia meu cheiro e o pesado de minhas lágrimas,mas nada fazia.
Me via chorar,me via rir.
Mas só sabia esperar por mim a noite.
Às vezes tinha peso de outras cabeças sobre seu corpo mole e moldável.
Estávamos tão acostumados um ao outro que era difícil ficarmos longe por muito tempo.
Éramos segredos.
Mais meus do que dele.
Ele era meus olhos,meus ouvidos e corpo quando me faltava o físico.
Acho que às vezes até prefiro um peito nú,ao invés de suas espumas.
Mas não posso negar!
Ele é meu amigo,nunca me abandonará.
E se um dia o fizer,ai sim saberei,
Estou sozinha...
E então foi o medo.
O medo que vinha de não ter medo nenhum,o medo das luzes se apagarem e a bilheteria ainda estar cheia de ingressos.
Se a platéia lhe faltava,uma bebida ou outra resolvia o assunto e lá ia Cristine revelar a beleza de sua vida,de suas apresentações.
Se colocava verdade e drama em suas palavras,as pessoas não se importavam,mas ficavam por perto caso ela quisesse despencar do alto,do copo.
_
Já fazia mais de alguns anos que eu não via,nem sabia noticias alguma de Cristine.Normalmente,nossos encontros eram sempre demorados e doloridos.Cristine sempre gostou de beber demais e acabar em minha cama.Eu,por todas as vezes jurei nunca me aproveitar de seus dramas,mas não conseguia.
Cristine era leve como uma pena,forte como um sonho e linda como uma manhã cinzenta.Tinha o corpo magro e sem curvas.Pele de um branco estranho e sem vida,com cabelos que de certo não combinavam com seu ser.
Eu não ligava muito para essas coisas...
Dês de que nos conhecemos,eu sentia nela uma necessidade de ter amigos.Embora fossemos pessoas sozinhas,acho que ela sempre teve a ncessidade de se abrir com alguém,mesmo que usasse somento o corpo para tal.
Mesmo nos tempos de temporada,Cristine e eu sempre arranjavamos tempo para curtir a vida e zombar das pessoas que ficavam em nossas sombras.
Naquela época era fácil levar a vida como artista,como se queria!
Mas as coisas mudaram...
Cristine e eu tomamos rumos totalmente opostos depois de um porre que tomamos juntos.Foi bom como em todas as outras,mas me lembro que faltou alguma coisa,um brilho...
Dei um de meus melhores beijos em Cristine quando nos despedimos.Ela deve ter sentido a verassidade e me beijou de volta com um abraço apertado junto a teus seios.
Sinto falta de sua cor branca e seus copos sujos.
Acho que nunca mais verei Cristine,sua luz se apagou...
O medo que vinha de não ter medo nenhum,o medo das luzes se apagarem e a bilheteria ainda estar cheia de ingressos.
Se a platéia lhe faltava,uma bebida ou outra resolvia o assunto e lá ia Cristine revelar a beleza de sua vida,de suas apresentações.
Se colocava verdade e drama em suas palavras,as pessoas não se importavam,mas ficavam por perto caso ela quisesse despencar do alto,do copo.
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Já fazia mais de alguns anos que eu não via,nem sabia noticias alguma de Cristine.Normalmente,nossos encontros eram sempre demorados e doloridos.Cristine sempre gostou de beber demais e acabar em minha cama.Eu,por todas as vezes jurei nunca me aproveitar de seus dramas,mas não conseguia.
Cristine era leve como uma pena,forte como um sonho e linda como uma manhã cinzenta.Tinha o corpo magro e sem curvas.Pele de um branco estranho e sem vida,com cabelos que de certo não combinavam com seu ser.
Eu não ligava muito para essas coisas...
Dês de que nos conhecemos,eu sentia nela uma necessidade de ter amigos.Embora fossemos pessoas sozinhas,acho que ela sempre teve a ncessidade de se abrir com alguém,mesmo que usasse somento o corpo para tal.
Mesmo nos tempos de temporada,Cristine e eu sempre arranjavamos tempo para curtir a vida e zombar das pessoas que ficavam em nossas sombras.
Naquela época era fácil levar a vida como artista,como se queria!
Mas as coisas mudaram...
Cristine e eu tomamos rumos totalmente opostos depois de um porre que tomamos juntos.Foi bom como em todas as outras,mas me lembro que faltou alguma coisa,um brilho...
Dei um de meus melhores beijos em Cristine quando nos despedimos.Ela deve ter sentido a verassidade e me beijou de volta com um abraço apertado junto a teus seios.
Sinto falta de sua cor branca e seus copos sujos.
Acho que nunca mais verei Cristine,sua luz se apagou...
20 de junho de 2010
I awoke in the middle of the night feeling a tightness in the chest and a willingness to walk away.
The weather was cooler, but I was still sweating. It seemed that something in my head I knew where to go, while another side was in full despair.
I felt my and found the other side of the bed cold and empty. Lacked a body there was a missing man!
Then I realized that all my agony called his name.
I missed his naked body and heavy on mine. I missed the smell of hot sweaty skin and soft. Missed you in me, so ...
The night was intense and unavoidable. When I could finally get to sleep, remember that you were not here and then I felt like a baby without a mother.
I need you here!
You're my energy and my sleeping pill. Honey, I need tos leep ...
The weather was cooler, but I was still sweating. It seemed that something in my head I knew where to go, while another side was in full despair.
I felt my and found the other side of the bed cold and empty. Lacked a body there was a missing man!
Then I realized that all my agony called his name.
I missed his naked body and heavy on mine. I missed the smell of hot sweaty skin and soft. Missed you in me, so ...
The night was intense and unavoidable. When I could finally get to sleep, remember that you were not here and then I felt like a baby without a mother.
I need you here!
You're my energy and my sleeping pill. Honey, I need tos leep ...
17 de junho de 2010
Uma menina que um dia me conheceu,disse que eu era como uma verdade.Daquelas que vem com as palavras certas mais do jeito errado.
Também me comparou a um alfinete.Disse que eu era pequena e cabeçuda.Que ás vezes entortava e espetava sem pensar.
Me comparou também a uma criança curiosa.Acho que é porque ela sabe que apesar do medo,eu faço sem pensar e sem fugir.
Teve também a vez que me comparou a um contador de histórias fictícias.Ela deve ter gostado das histórias que eu a contei sobre algumas coisas que vivi.Claro que algumas histórias saiam da cabeça,mas pareciam reais.
Me comparou também a uma atriz,a um drama,a um sorvete,a um prato quente e uma taça de vinho tinto.
Não consegui entender exatamente o que ela quis dizer com cada comparação que fez de mim.
Se tentou me definir,digo que acertou em boa parte delas.
Mas,se falasse por mim,diria que sou uma moeda jogada para cima.Eu deixo a cara,a sorte é toda sua!
Também me comparou a um alfinete.Disse que eu era pequena e cabeçuda.Que ás vezes entortava e espetava sem pensar.
Me comparou também a uma criança curiosa.Acho que é porque ela sabe que apesar do medo,eu faço sem pensar e sem fugir.
Teve também a vez que me comparou a um contador de histórias fictícias.Ela deve ter gostado das histórias que eu a contei sobre algumas coisas que vivi.Claro que algumas histórias saiam da cabeça,mas pareciam reais.
Me comparou também a uma atriz,a um drama,a um sorvete,a um prato quente e uma taça de vinho tinto.
Não consegui entender exatamente o que ela quis dizer com cada comparação que fez de mim.
Se tentou me definir,digo que acertou em boa parte delas.
Mas,se falasse por mim,diria que sou uma moeda jogada para cima.Eu deixo a cara,a sorte é toda sua!
A nível de
Me interessei esses dias por uma conversa que ouvia na fila do banco.Acho que uma das mulheres estava metida em uma encrenca e soltou a seguinte frase: “Eu não a xinguei de volta porque não quis descer ao nível dela.”
Nível?
Porque as pessoas sempre usam esse termo quando não querem (in)diretamente repetir o mesmo erro que a outra pessoa fez?
Se ela falou mal,você fala também.
Se ela xinga,você xingou também.
Se ela te bateu e você apanhou,bem,desvantagem para você,mas vocês estavam juntas fazendo a mesma coisa.Então qual a diferença?
Para mim,essa idéia de “nível”,certas vezes não passa de orgulho e arrependimento que dói de não ter dado aquele “xeque mate” em determinadas situações.
Acho essa história de nível cafona.Brigar faz parte!E não fica legal bancar a durona de “nível alto” nessas horas.Você pode não querer,mas é igual e faz as mesmas coisas.
Assuma as coisas que você faz.Levante e perceba que você também tem o rabo preso.
E não use mais essa desculpa,isso é coisa de nível zero...
Nível?
Porque as pessoas sempre usam esse termo quando não querem (in)diretamente repetir o mesmo erro que a outra pessoa fez?
Se ela falou mal,você fala também.
Se ela xinga,você xingou também.
Se ela te bateu e você apanhou,bem,desvantagem para você,mas vocês estavam juntas fazendo a mesma coisa.Então qual a diferença?
Para mim,essa idéia de “nível”,certas vezes não passa de orgulho e arrependimento que dói de não ter dado aquele “xeque mate” em determinadas situações.
Acho essa história de nível cafona.Brigar faz parte!E não fica legal bancar a durona de “nível alto” nessas horas.Você pode não querer,mas é igual e faz as mesmas coisas.
Assuma as coisas que você faz.Levante e perceba que você também tem o rabo preso.
E não use mais essa desculpa,isso é coisa de nível zero...
15 de junho de 2010
Sobre acontecimentos
Hoje de manhã,revendo algumas fotos da escola,eu comecei a lembrar de várias coisas e percebi que tudo fazia sentido,tudo sempre era a mesma coisa.
Bom,a história era mais ou menos assim:
Éramos três meninas,Iza,Fê e Eu.Nós dês de sempre nunca ligamos muito pra massa,pro resto louro e fútil que havia em toda a nossa sala.Alguns,nos julgavam como 'EMOS',mas nós não éramos!
É claro que naquela escola não gostar de barriga de fora,pagode,falar certas gírias,viver jogando o cabelo e deixar claro seu gosto por lingerie e sexo era um crime.Mas nós éramos três,e os outros...Bem,eram a maioria,mas uma maioria que não importava pra gente,não mesmo!
Depois das férias,nós conhecemos uma nova amiguinha,a Vanessa que se encaixava direitinho com a gente.Gostava das mesmas músicas,frequentava os mesmos lugares que eu e tinha alguns amigos em comum com a gente no Orkut.
Ela era até um pouco extravagante para o que nós éramos naquele ano.Naquela altura do campeonato,não existia mais lápis de olho,nem nada de maquiagem para a escola.Só as provas do Germano já eram o bastante.Ela conseguiu conquistar os meninos que nós queríamos,e isso foi demais.Pelo menos aquele 'oizinho' simpático com sorriso nós ganhávamos.
Éramos quatro agora,e tudo ia perfeitamente bem!Mas as coisas sempre mudam,sempre!
Um dia antes das aulas começarem,a Vanessa fez um comentário meio impertinente e sem graça para nós.
Alguém,para nossa infelicidade ouviu e foi ai que começou o inferno naquela sala...
Foram longos meses de pura agonia e tensão entre nós mesmas.Lembro até que eu e a Fê que costumávamos ser juntas e chegadas brigamos feio,de gritar uma com a outra.
Nós sentíamos medo!Cada passo que nós dávamos era calculado e tremidamente pensado.Não levantávamos a voz nem fazíamos nada de errado.Acho que porcamente comparando,tivemos as sete pragas:
1-Ameaça pela valentona da escola.
2-O ódio por onde nós passávamos.
3-As vaias.
4-Os e-mails roubados.
5-Um Orkut fake nosso xingando geral com fotos e um perfil medonho.
6-A ira.
7-E a destruição em massa.
Como já disse,na sétima praga nós quatro já estávamos destruídas em pedaços e alimentando mais do que nunca a razão alheia.
Lembro que a Fê até quis parar de estudar ali e mudar de escola no ultimo bimestre.Ainda bem que ela não fez isso.
Continuamos juntas,e o ano letivo graças a Deus tinha acabado.Nós quatro voltamos a ser o que éramos,mas ainda havia ficado uma sementinha de dúvida,uma Vanessa sobrando...
Não importa,passou!
O que realmente ficou,foi a nossa visão do que realmente acontecia.
Acho que boa parte das pessoas quando tem que conviver com um valentão,ou é "amigo" dele,ou procura manter a distância maior que puder.
Nós não puxávamos saco!Nós respeitávamos e isso bastava.
Enquanto eles faziam Orkut,pegavam lugares e desenhavam coisas nossas e bláblá.Eles viravam os olhos quando abraçavam a amiga valentona.Falavam mal dela por trás e até faziam certa irônia quando ela de novo e de novo ia mal nas provas do Germaninho.
Quer dizer,nós quatro éramos a minoria,não tínhamos recursos e quase nos demos mal por completo.Mas permanecemos juntas,até o fim.Ainda bem que no final,isso aconteceu.Hoje em dia a gente lembra disso e sente nojo,de verdade.Era de se esperar uma fofoquinha aqui ou ali,mas não tamanha ignorância e falta de criatividade.
Bem,foi então que eu percebi!
Em todo lugar que você for,não importa quantos anos passem,as pessoas sempre serão iguais.
Sempre terá o valentão idiota,a loura fútil e a baixinha com voz nazal com seus seguidores.
O bem e o mal sempre andarão juntos!
E se eu puder escolher de verdade,acho que eu prefiro os maus.Não as pessoas más de coração e de alma.Mas aquelas que não fazem as coisas certas,certas ao meu ver.
Acho que é por isso que eu criei uma auto-suficiência quando o assunto é amizade...Esperei tantos fins triunfais e ligações com xingamentos,que hoje em dia nada mais me surpreende.Acho que fiquei anestesiada ao fim.Ou por deixar de amar,ou por simplesmente não ligar mais.
Bom,a história era mais ou menos assim:
Éramos três meninas,Iza,Fê e Eu.Nós dês de sempre nunca ligamos muito pra massa,pro resto louro e fútil que havia em toda a nossa sala.Alguns,nos julgavam como 'EMOS',mas nós não éramos!
É claro que naquela escola não gostar de barriga de fora,pagode,falar certas gírias,viver jogando o cabelo e deixar claro seu gosto por lingerie e sexo era um crime.Mas nós éramos três,e os outros...Bem,eram a maioria,mas uma maioria que não importava pra gente,não mesmo!
Depois das férias,nós conhecemos uma nova amiguinha,a Vanessa que se encaixava direitinho com a gente.Gostava das mesmas músicas,frequentava os mesmos lugares que eu e tinha alguns amigos em comum com a gente no Orkut.
Ela era até um pouco extravagante para o que nós éramos naquele ano.Naquela altura do campeonato,não existia mais lápis de olho,nem nada de maquiagem para a escola.Só as provas do Germano já eram o bastante.Ela conseguiu conquistar os meninos que nós queríamos,e isso foi demais.Pelo menos aquele 'oizinho' simpático com sorriso nós ganhávamos.
Éramos quatro agora,e tudo ia perfeitamente bem!Mas as coisas sempre mudam,sempre!
Um dia antes das aulas começarem,a Vanessa fez um comentário meio impertinente e sem graça para nós.
Alguém,para nossa infelicidade ouviu e foi ai que começou o inferno naquela sala...
Foram longos meses de pura agonia e tensão entre nós mesmas.Lembro até que eu e a Fê que costumávamos ser juntas e chegadas brigamos feio,de gritar uma com a outra.
Nós sentíamos medo!Cada passo que nós dávamos era calculado e tremidamente pensado.Não levantávamos a voz nem fazíamos nada de errado.Acho que porcamente comparando,tivemos as sete pragas:
1-Ameaça pela valentona da escola.
2-O ódio por onde nós passávamos.
3-As vaias.
4-Os e-mails roubados.
5-Um Orkut fake nosso xingando geral com fotos e um perfil medonho.
6-A ira.
7-E a destruição em massa.
Como já disse,na sétima praga nós quatro já estávamos destruídas em pedaços e alimentando mais do que nunca a razão alheia.
Lembro que a Fê até quis parar de estudar ali e mudar de escola no ultimo bimestre.Ainda bem que ela não fez isso.
Continuamos juntas,e o ano letivo graças a Deus tinha acabado.Nós quatro voltamos a ser o que éramos,mas ainda havia ficado uma sementinha de dúvida,uma Vanessa sobrando...
Não importa,passou!
O que realmente ficou,foi a nossa visão do que realmente acontecia.
Acho que boa parte das pessoas quando tem que conviver com um valentão,ou é "amigo" dele,ou procura manter a distância maior que puder.
Nós não puxávamos saco!Nós respeitávamos e isso bastava.
Enquanto eles faziam Orkut,pegavam lugares e desenhavam coisas nossas e bláblá.Eles viravam os olhos quando abraçavam a amiga valentona.Falavam mal dela por trás e até faziam certa irônia quando ela de novo e de novo ia mal nas provas do Germaninho.
Quer dizer,nós quatro éramos a minoria,não tínhamos recursos e quase nos demos mal por completo.Mas permanecemos juntas,até o fim.Ainda bem que no final,isso aconteceu.Hoje em dia a gente lembra disso e sente nojo,de verdade.Era de se esperar uma fofoquinha aqui ou ali,mas não tamanha ignorância e falta de criatividade.
Bem,foi então que eu percebi!
Em todo lugar que você for,não importa quantos anos passem,as pessoas sempre serão iguais.
Sempre terá o valentão idiota,a loura fútil e a baixinha com voz nazal com seus seguidores.
O bem e o mal sempre andarão juntos!
E se eu puder escolher de verdade,acho que eu prefiro os maus.Não as pessoas más de coração e de alma.Mas aquelas que não fazem as coisas certas,certas ao meu ver.
Acho que é por isso que eu criei uma auto-suficiência quando o assunto é amizade...Esperei tantos fins triunfais e ligações com xingamentos,que hoje em dia nada mais me surpreende.Acho que fiquei anestesiada ao fim.Ou por deixar de amar,ou por simplesmente não ligar mais.
13 de junho de 2010
A minha visão do Dia Dos Namorados.
Bem,para mim o dia começou bem cinza,molhado e feio.Não como o cinza de lá,mas cinza,um cinza Brasil que não combina muito comigo,com a manhã que eu quis ter.
Para mim,não importava de fato se eu teria que ir apé no ônibus,se eu encontrasse uma amiga,ou se o dia estivesse cheio de solteiros mal-amados a minha volta.Era Dia Dos Namorados.Eu estava prestes a encontrar a pessoa mais amada por mim em todo o universo.E nada,nada daquilo tudo para mim importava.
Eu me sentia como se fosse a única garota na face do planeta a ser amada.A ter um namorado louro,de olhos verdes pele branquinha e cheirosa a meu lado.Era como se eu fosse uma Deusa,e o resto de vocês,meros mortais.
Ele chegou um pouquinho atrasado ao nosso encontro.Eu fiquei um pouco irritada,mas passou.Ele como sempre veio cheio de charme e conquista.Talvez tenha se aproveitado da minha vulnerabilidade,ou eu que cedi sem pensar.
Era esse meu namorado!
Aquele que atravessava a cidade por mim,que me colocava em seu colo grande e me fazia sentir amada e pequenina,um bebe como ele mesmo me chama.
Eu resolvi esquecer as coisas que me incomodaram e deitei no peito dele.
E então foram cores.As cores que ele tem quando está comigo seja onde for.A cor verde com pontinhas amarelas dos olhos dele,a cor do brilho que ele tem quando me olha daquele jeito,a cor da cidade,a cor do cenário costumeiro e repetido.
E mais ainda o gosto.O gosto daquele beijo que ficou lá atrás quando ele não me beijava direito e sentia vergonha.O gosto de boca que ele tem agora com aparelho.O gosto desesperado de beijos e lágrimas que ficou.Simplesmente seu beijo,nosso gosto!
E para completar,o tato.A mão dele extremamente fria secando minhas lágrimas.Acariciando meu cabelo e corpo.Sentindo cada centímetro que eu tenho com aquelas mãos enormes que ele tem.Que meu namorado tem.
E de repente,ninguém estava a nossa volta.Não havia barulhos,pessoas,nem ninguém conhecido para nos incomodar.Acho que se existe a perfeição,ela vem aos poucos,em camadas para que só os sortudos a sinta.
Eu senti!
E descrevo a perfeição como o primeiro dia em que nós nos vimos e o coração bateu mais rápido.Descrevo como o nosso beijo de ontem,como todas as primeiras vezes que nós tivemos.Eu descreveria a perfeição,simplesmente por juntar tudo que há de melhor em você em um único momento.Descreveria você como a perfeição.Minha perfeição com defeitos e olhos claros...
Bom,se alguém nos viu ou não,se nos julgou ou não,eu não ligo.
Para mim,o dia foi um misto de tudo que nós realmente éramos e somos.um casal fora do comum.Fora das regras e dos modismos.Fora dos olhos e do gosto dos outros.
Bem,somos palavras,palavras essas que importam mais que qualquer coisa,mais que presente ou obrigação.
"...Te amo sem saber como,
nem quando, nem onde,
te amo diretamente sem problemas nem orgulho:
assim te amo porque não sei amar de outra maneira,
senão assim deste modo em que não sou nem és,
tão perto que tua mão sobre meu peito é minha,
tão perto que se fecham seus olhos com meu sonho."
Pablo Neruda
____
Talvez o Dia Dos Namorados,seja apenas mais um dia que algum idiota inventou para ganhar dinheiro as custas de pessoas apaixonadas e consumidoras.O dia de ontem,foi uma das coisas mais lindas e sinceras que nós já tivemos Mu.Nós fomos nós mesmos sem se importar com quem estava a nossa volta.
Você como sempre com seu ar romântico acabou comigo de tanto me fazer chorar e me sentir realizada.Quando você deitou a cabeça na mesa junto comigo,me olhou nos olhos e disse que não haveria ninguém melhor do que eu,que eu te completava e tudo mais,eu realmente senti verdade em seu olhar,foi mágico...
Você é o melhor pra mim,sempre foi e sempre será.E pode apostar que eu sou a pessoa mais feliz em toda Terra.E só pelo simples fato de você existir,isso já me basta!
Para mim,não importava de fato se eu teria que ir apé no ônibus,se eu encontrasse uma amiga,ou se o dia estivesse cheio de solteiros mal-amados a minha volta.Era Dia Dos Namorados.Eu estava prestes a encontrar a pessoa mais amada por mim em todo o universo.E nada,nada daquilo tudo para mim importava.
Eu me sentia como se fosse a única garota na face do planeta a ser amada.A ter um namorado louro,de olhos verdes pele branquinha e cheirosa a meu lado.Era como se eu fosse uma Deusa,e o resto de vocês,meros mortais.
Ele chegou um pouquinho atrasado ao nosso encontro.Eu fiquei um pouco irritada,mas passou.Ele como sempre veio cheio de charme e conquista.Talvez tenha se aproveitado da minha vulnerabilidade,ou eu que cedi sem pensar.
Era esse meu namorado!
Aquele que atravessava a cidade por mim,que me colocava em seu colo grande e me fazia sentir amada e pequenina,um bebe como ele mesmo me chama.
Eu resolvi esquecer as coisas que me incomodaram e deitei no peito dele.
E então foram cores.As cores que ele tem quando está comigo seja onde for.A cor verde com pontinhas amarelas dos olhos dele,a cor do brilho que ele tem quando me olha daquele jeito,a cor da cidade,a cor do cenário costumeiro e repetido.
E mais ainda o gosto.O gosto daquele beijo que ficou lá atrás quando ele não me beijava direito e sentia vergonha.O gosto de boca que ele tem agora com aparelho.O gosto desesperado de beijos e lágrimas que ficou.Simplesmente seu beijo,nosso gosto!
E para completar,o tato.A mão dele extremamente fria secando minhas lágrimas.Acariciando meu cabelo e corpo.Sentindo cada centímetro que eu tenho com aquelas mãos enormes que ele tem.Que meu namorado tem.
E de repente,ninguém estava a nossa volta.Não havia barulhos,pessoas,nem ninguém conhecido para nos incomodar.Acho que se existe a perfeição,ela vem aos poucos,em camadas para que só os sortudos a sinta.
Eu senti!
E descrevo a perfeição como o primeiro dia em que nós nos vimos e o coração bateu mais rápido.Descrevo como o nosso beijo de ontem,como todas as primeiras vezes que nós tivemos.Eu descreveria a perfeição,simplesmente por juntar tudo que há de melhor em você em um único momento.Descreveria você como a perfeição.Minha perfeição com defeitos e olhos claros...
Bom,se alguém nos viu ou não,se nos julgou ou não,eu não ligo.
Para mim,o dia foi um misto de tudo que nós realmente éramos e somos.um casal fora do comum.Fora das regras e dos modismos.Fora dos olhos e do gosto dos outros.
Bem,somos palavras,palavras essas que importam mais que qualquer coisa,mais que presente ou obrigação.
"...Te amo sem saber como,
nem quando, nem onde,
te amo diretamente sem problemas nem orgulho:
assim te amo porque não sei amar de outra maneira,
senão assim deste modo em que não sou nem és,
tão perto que tua mão sobre meu peito é minha,
tão perto que se fecham seus olhos com meu sonho."
Pablo Neruda
____
Talvez o Dia Dos Namorados,seja apenas mais um dia que algum idiota inventou para ganhar dinheiro as custas de pessoas apaixonadas e consumidoras.O dia de ontem,foi uma das coisas mais lindas e sinceras que nós já tivemos Mu.Nós fomos nós mesmos sem se importar com quem estava a nossa volta.
Você como sempre com seu ar romântico acabou comigo de tanto me fazer chorar e me sentir realizada.Quando você deitou a cabeça na mesa junto comigo,me olhou nos olhos e disse que não haveria ninguém melhor do que eu,que eu te completava e tudo mais,eu realmente senti verdade em seu olhar,foi mágico...
Você é o melhor pra mim,sempre foi e sempre será.E pode apostar que eu sou a pessoa mais feliz em toda Terra.E só pelo simples fato de você existir,isso já me basta!
10 de junho de 2010
Um conto verdade.
A neve caia lentamente lá fora,enquanto eu completava meu vigésimo sexto aniversário.Portava nas mãos uma caneca de chocolate quente,enquanto esperava ele chegar com alguma surpresa.
As surpresas dele sempre me deixavam irritada,mas mesmo assim,eu gostava de ver aquele ar infantil que ele fazia quando estava com o embrulho nas costas.
Meu aniversário coincidentemente,era a véspera do Dia dos Namorados.E claro que essas eram as melhores datas do ano para mim.
Como tudo era mágico naquela cidade...
Até chego a questionar quem realmente era infantil quando sentia a neve,o romance,todo o amor no ar frio cinza de Nova York.
Lembro-me que ele chegou exatamente como eu havia imaginado.Nariz vermelho e gelado,casaco cheio de neve, e um ar de quem já tinha seus vinte e sete anos e muita malandragem nas costas.Sentou ao meu lado,me fez carinho e me entregou uma caixinha pequena vermelha de veludo.De início,achei que fosse mais uma de suas surpresas que me tiravam do sério.Não liguei muito,e ele pareceu decepcionado com a minha reação.Eu,sem entender muito bem,abri a caixinha e lá havia um anel lindo com uma pérola pequenina na ponta.
Um anel de presente...
Não só o anel de presente,mas com ele,um pedido lindo de casamento diante daquele cenário perfeito de amor.
Ah!Ainda sinto o gosto do chocolate e o cheio do corpo dele naquela noite.
Foi meu aniversário de vinte e seis anos,véspera do dia dos namorados.
Nesse dia,eu ganhei bem mais que um presente,talvez uma nova vida que já vem perdurando a mais de quarenta anos...
As surpresas dele sempre me deixavam irritada,mas mesmo assim,eu gostava de ver aquele ar infantil que ele fazia quando estava com o embrulho nas costas.
Meu aniversário coincidentemente,era a véspera do Dia dos Namorados.E claro que essas eram as melhores datas do ano para mim.
Como tudo era mágico naquela cidade...
Até chego a questionar quem realmente era infantil quando sentia a neve,o romance,todo o amor no ar frio cinza de Nova York.
Lembro-me que ele chegou exatamente como eu havia imaginado.Nariz vermelho e gelado,casaco cheio de neve, e um ar de quem já tinha seus vinte e sete anos e muita malandragem nas costas.Sentou ao meu lado,me fez carinho e me entregou uma caixinha pequena vermelha de veludo.De início,achei que fosse mais uma de suas surpresas que me tiravam do sério.Não liguei muito,e ele pareceu decepcionado com a minha reação.Eu,sem entender muito bem,abri a caixinha e lá havia um anel lindo com uma pérola pequenina na ponta.
Um anel de presente...
Não só o anel de presente,mas com ele,um pedido lindo de casamento diante daquele cenário perfeito de amor.
Ah!Ainda sinto o gosto do chocolate e o cheio do corpo dele naquela noite.
Foi meu aniversário de vinte e seis anos,véspera do dia dos namorados.
Nesse dia,eu ganhei bem mais que um presente,talvez uma nova vida que já vem perdurando a mais de quarenta anos...
8 de junho de 2010
Espelho
Já não havia luz alguma.
Ela enxergava claramente seus traços num pedaço de vidro laminado.O que via,era seu eu em perfeitas condições,em momentos.
Se um traço lhe borrava a face,logo o espelho era o culpado.Não haviam imperfeições em seu rosto,pelo menos o rosto que ela via.
Não redondo.
Não quadrado.
Não bonito,não feio.
Um rosto variante que se enquadrava em diversas situações.
Um camaleão.
Um rosto e um espelho.
Não o corpo,porque o espelho era pequeno e não cabia,mesmo que ela estivesse menor.
Um rosto que exagerava de dentro pra fora.Que mostrava mais do que poderia.
Um rosto mentira!
Um rosto que mostrava um nariz empinado e algumas curvas de perfeição.
Os olhos eram dela,e então ela via o que queria.Via seu rosto sem manchas e sem derrotas.Via seu passado se transformar na vitória presente.Via um todos onde nem havia um.
Enxergava com olhos de uma estrela decadente,sedenta pela fama que a idade proporcionava.
Tanto faz quem a vê.Quem a enxerga com olhos de verdade.Quem a quer com olhos de mentira.
O espelho existia.
Era visto o que queria nele.Quem sabe até,servia como de caixa de desejos.
Reflexos.
Verdadeiros ou não.O que você enxerga ou não.
É vidro como você,um dia quebra!
Ela enxergava claramente seus traços num pedaço de vidro laminado.O que via,era seu eu em perfeitas condições,em momentos.
Se um traço lhe borrava a face,logo o espelho era o culpado.Não haviam imperfeições em seu rosto,pelo menos o rosto que ela via.
Não redondo.
Não quadrado.
Não bonito,não feio.
Um rosto variante que se enquadrava em diversas situações.
Um camaleão.
Um rosto e um espelho.
Não o corpo,porque o espelho era pequeno e não cabia,mesmo que ela estivesse menor.
Um rosto que exagerava de dentro pra fora.Que mostrava mais do que poderia.
Um rosto mentira!
Um rosto que mostrava um nariz empinado e algumas curvas de perfeição.
Os olhos eram dela,e então ela via o que queria.Via seu rosto sem manchas e sem derrotas.Via seu passado se transformar na vitória presente.Via um todos onde nem havia um.
Enxergava com olhos de uma estrela decadente,sedenta pela fama que a idade proporcionava.
Tanto faz quem a vê.Quem a enxerga com olhos de verdade.Quem a quer com olhos de mentira.
O espelho existia.
Era visto o que queria nele.Quem sabe até,servia como de caixa de desejos.
Reflexos.
Verdadeiros ou não.O que você enxerga ou não.
É vidro como você,um dia quebra!
5 de junho de 2010
Palavras
Depois de um dia cheio de marasmo,
Reencontrei conforto em minha cama,
E em um retângulo cheio de letras,números e acessórios,
Resolvi colocar numa página tudo que havia sentido.
Apaguei algumas vezes com medo de que alguém pudesse ler-me e decifrar algumas de minhas palavras.
Palavras essas que são embaralhadas em pensamentos.
Pensamentos que nem são meus.
Se escrevo,é para talvez lembrar um dia o que eu quero esquecer agora.
Não tenho para quem ligar.
Então recorro a palavras e pensamentos soltos,perdidos no ar.
São palavras com sons.
Palavras que eu deixei de escutar durante o dia.
Palavras que poderiam ter sido resumidas em beijos,abraços e simples olhares.
Palavras sem preço.
Não sei para quem escrevo.
Um dia serei lembrada.
Um dia serei tuas palavras.
E então me realizarei.
Reencontrei conforto em minha cama,
E em um retângulo cheio de letras,números e acessórios,
Resolvi colocar numa página tudo que havia sentido.
Apaguei algumas vezes com medo de que alguém pudesse ler-me e decifrar algumas de minhas palavras.
Palavras essas que são embaralhadas em pensamentos.
Pensamentos que nem são meus.
Se escrevo,é para talvez lembrar um dia o que eu quero esquecer agora.
Não tenho para quem ligar.
Então recorro a palavras e pensamentos soltos,perdidos no ar.
São palavras com sons.
Palavras que eu deixei de escutar durante o dia.
Palavras que poderiam ter sido resumidas em beijos,abraços e simples olhares.
Palavras sem preço.
Não sei para quem escrevo.
Um dia serei lembrada.
Um dia serei tuas palavras.
E então me realizarei.
2 de junho de 2010
Is Vienna waits for me?
Sentei na cama.
Procurei consolo numa música que me dizia para ir devagar,não fui a lugar algum.
Estava eu ali,sozinha com o frio e uma cabeça de 18 anos.Não queria saber de benefícios,alias,esses nunca chegaram a estar em minhas mãos.Pensei nas preocupações,nos problemas.Pensei em mim com o dobro da idade.Um futuro,um carro,uma casa,um casamento,a felicidade.
Quis que alguém preciosamente me desse a resposta certa,ou me desse o dom de andar certeiro com minhas próprias pernas.
Lá estava eu,querendo o cinza de lá,e pensando no marrom que poderia ser se eu olhasse para o outro lado.
Talvez seja pura teimosia da minha parte.Talvez eu não queira ver de outra forma e seguir pela direita,por cima.
Continuo sozinha,e sem respostas com um peso que pode até não ser grande demais.Mas sou pequena e exagerada.
Sinto o peso,quero todas as cores...
Procurei consolo numa música que me dizia para ir devagar,não fui a lugar algum.
Estava eu ali,sozinha com o frio e uma cabeça de 18 anos.Não queria saber de benefícios,alias,esses nunca chegaram a estar em minhas mãos.Pensei nas preocupações,nos problemas.Pensei em mim com o dobro da idade.Um futuro,um carro,uma casa,um casamento,a felicidade.
Quis que alguém preciosamente me desse a resposta certa,ou me desse o dom de andar certeiro com minhas próprias pernas.
Lá estava eu,querendo o cinza de lá,e pensando no marrom que poderia ser se eu olhasse para o outro lado.
Talvez seja pura teimosia da minha parte.Talvez eu não queira ver de outra forma e seguir pela direita,por cima.
Continuo sozinha,e sem respostas com um peso que pode até não ser grande demais.Mas sou pequena e exagerada.
Sinto o peso,quero todas as cores...
1 de junho de 2010
É,perder tempo não é comigo.
Ter paciência não é comigo.
Contas,números,gente falando de coisas que eu não faço a mínima idéia,não é comigo.
Mas,o que é comigo?
Acho que ficar em casa,acaba me deixando mais louca do que eu já sou.Não sei ainda onde é meu lugar.Não se visto o avental,o terninho,o jaleco,ou a ultima tendência.Queria ter a mesma certeza que eu tenho para decidir coisas banais.
Isso,não é banal,mas eu queria mais simplicidade,quem sabe até uma luz para me ajudar nessa.
E agora?
Tenho umas 5 opções e nenhuma certeza.O tempo está passando e eu preciso me decidir,me despertar pra ontem.
Quero meu eu decidido de volta...
Ter paciência não é comigo.
Contas,números,gente falando de coisas que eu não faço a mínima idéia,não é comigo.
Mas,o que é comigo?
Acho que ficar em casa,acaba me deixando mais louca do que eu já sou.Não sei ainda onde é meu lugar.Não se visto o avental,o terninho,o jaleco,ou a ultima tendência.Queria ter a mesma certeza que eu tenho para decidir coisas banais.
Isso,não é banal,mas eu queria mais simplicidade,quem sabe até uma luz para me ajudar nessa.
E agora?
Tenho umas 5 opções e nenhuma certeza.O tempo está passando e eu preciso me decidir,me despertar pra ontem.
Quero meu eu decidido de volta...
Tudo,sem faltar nada
Querido Diário Otário...
(179)
Seja o que for
(129)
torne mais doce.
(78)
Contos.
(75)
Aconteceu comigo.
(55)
Mais idade.
(38)
só não apareça com algo fraco.
(25)
Você me completa.
(23)
só não me ofereça café.
(19)
Devaneios
(18)
Escrevi
(18)
mas não mandei.
(18)
Meu Melhor Amigo.
(13)
Vontade de escrever.
(13)
só me carregue para longe daqui.
(13)
Um EU Lírico
(11)
Seja o que foi...
(7)
Cartas a ninguém.
(6)
VerdadeMentiraOuConsequencia
(6)
olhe o seu.
(6)
Aaah falei mesmo.
(3)